terça-feira, 10 de junho de 2008

O Aprendizado das lições ocultas

A imagem que projetamos atinge os alunos mais profundamente do que conceitos que explicamos.Por isso, a coerência entre nossas palavras e nossas atitudes, nossa confiança na vida e nosso apreço pala cultura sâo essênciais. Assim evitamos desvios de comportamento, como o do professor " desbravador" disposto a desafiar a "selva escolar", do "justiceiro" querendo impor "a lei e a ordem" e do "derrotado" que ja chega á espera do sinal para ir embora.
Sempre desempenhamos um papel, e é melhor fazer isso conscientimente.O que complica, para alguns professores, é o roteiro ser sempre reescrito e os personagens mudarem todo ano no cenário das classes.Mas é nisso que está a graça da nossa profissão.


FRANCILDA LIRA

organização do trabalho pedagógico

A escola é onde se mesclam os projetos e o saber coletivo da sociedade e os produzidos por alunos e professores. É ela que torna as ações pedagógicas, na medida que estas se relacionam com as finalidades políticas da cidadania. Uma administração escolar só é democrática na medida em que todos participam direta e indiretamente no processo de desisões.
Ao longo dos anos vem se discutindo mudanças na organização do trabalho escolar, trata-se de pontos comuns entre as variadas tendencias orientadoras do processo educacional.
Essa orientações aponta para os problemas do que é refletido na sociedade. E tem o propósito de adequar a escola as exigências do contexto socioeconômico que vem se arrastando mundialmente


Doranice de Oliveira

O PROFESSOR EDUCADOR

O principal compromisso dos professores é com o desenvolvimento do aluno e com a sua formação integral.O professor deve valorizar o aluno, procurar conhecer seu processo de crescimento para planejar estratégias que o auxiliem.
O docente na sua arte de educar deve compreender a diversidade dos educando de suas capacidades. Estimulando o exercício do pensamento e da criatividade, considera as experiências de vida trazidas pelo aluno com o objetivo de propiciar o estabelecimento de vínculos entre estas e os novos conhecimentos construídos.O professor é um formador, pois têm discernimento sobre concepções pedagógicas, métodos e conteúdos que são adequados à condução dos aprendizados planejados. Entende a educação como um processo dinâmico, procurando estimular a elevação da auto-estima dos educandos. Portanto o professor é um profissional comprometido com a educação e principalmente com os alunos.
Beatriz Vasconcelos

Educação no Brasil

Guilherme está na quarta série do Ensino Fundamental e tem um orgulho.
“Eu nunca repeti, mas alguns colegas meus repetiram ano passado”, diz ele.
Uma possibilidade que a Enya, da mesma sala, nem imagina.
“Já pensou, você ver tudo de novo. Dois anos? Não, nem quero pensar nisso”, fala ela.
Por causa do desempenho de alunos como eles e também porque o número de nascimentos vem caindo no Brasil, o Ministério da Educação anunciou hoje outra redução. A do número de matrículas. Em comparação com 2004, este ano foram 380 mil matrículas a menos no Ensino Básico, formado pela educações infantil, fundamental, e ensinos médio, técnico e de jovens e adultos. Número esperado e comemorado pelo governo.
“A queda da matrícula pode ser uma boa notícia para o país. Justamente o fato de que as crianças estão repetindo menos. Isso não significa crianças e jovens fora da escola”, informa o Fernando Haddad, ministro da Educação.
Mas o governo concorda que o número de matrículas nos ensinos infantil e superior ainda precisa aumentar e muito. O ministério reconhece que a qualidade do ensino também precisa melhorar.
Mas o educador Erastos Fortes, professor da UNB, faz uma observação.
“O tipo de qualidade que se discute na escola não é uma mera qualidade que seja retratada por índices de aprovação ou de evasão. Mas uma qualidade que permita de fato aquilo que a escola se propõe a fazer que é o ensinar e o aprender”, lembra ele.

Acadêmica: Sarah Vasques Macedo

Qual a escola que você queria ter?

Num país em que os alunos parecem cada vez mais despreparados e a escola, distante do mundo moderno, “Ser ou Não Ser?” propõe uma reflexão sobre o nosso sistema de ensino.
Violência, aquecimento global, virtualidade: o que nossas crianças precisam saber para viver nesse planeta acelerado? Será que estamos falhando na tarefa de formar cidadãos capazes de pensar?
A filósofa Viviane Mosé mostra como é a escola que nós temos hoje e de que maneira podemos preparar nossos filhos para o futuro.
E você, qual a escola que você tem hoje? E qual a escola que você queria?
Acadêmica: sarah vasques macedo

Corrupção deixa escolas sem merenda e sem banheiros

Na terceira maior cidade do Maranhão, crianças não têm o que comer na escola. E o banheiro delas é o mato. Sem merenda, alunos levam de casa tudo o que têm para o lanche: farinha, óleo e sal. Enquanto isso, a prefeitura compra 22 toneladas de uma carne que não existe.
O Fantástico visitou duas escolas de ensino fundamental da zona rural de Caxias, a terceira maior cidade do Maranhão. Nelas, a palavra 'escola' ainda faz sentido por um único motivo: as professoras, os pais e os pequenos alunos acreditam na educação.
  Carteira destruída, arteira sem assento, encosto desfolhado, vigas do teto arrebentadas. Para esses brasileirinhos, falta quase tudo. Mas, para fornecedores da prefeitura e empreiteiros contratados pelo município, dinheiro não parece ser um problema.
Enquanto isso, ir à aula pode ser muito perigoso. Crianças caminham na beira da estrada. Elas têm pressa.
O desconforto marca até a hora de ir ao banheiro, que não passa de um cercadinho de palha. Um luxo, se comparado ao mato usado pela outra escola. A escola também não tem merenda.
As duas escolas não têm merenda. Em nota, a prefeitura afirma que pode haver um ou outro caso de colégios que ainda não receberam merenda este ano.
Mas houve um tempo de fartura no município de Caxias, pelo menos, no papel. A prefeitura comprou 22 toneladas de carne em meados de dezembro de 2006. Detalhe: as crianças estavam de férias e a carne tinha de ser consumida em até 60 dias.
Acadêmica: Sarah Vasques Macedo

Livros didáticos são jogados no lixo no Ceará

Pelo menos R$ 1,7 milhão que deveriam ter sido empregados em obras para melhoria de escolas e ruas foram parar nas mãos de empresas de fachada.
O município é Santana de Acaraú, no Ceará, a 230 quilômetros de Fortaleza. A população é de 28 mil habitantes. E a acusação, nas páginas de um relatório do Ministério Público, é de desvio de verbas federais. Pelo menos R$ 1,7 milhão que deveriam ter sido empregados em obras para melhoria de escolas e ruas foram parar nas mãos de empresas de fachada.
O que chama mais a atenção no esquema denunciado: as empresas de fachada disputam as licitações com propostas praticamente iguais. Num dos casos relatados, um milagre da probabilidade: as cinco construtoras concorrentes enviaram ofertas idênticas, centavo a centavo. É bom lembrar que, nessas concorrências, as propostas são oficialmente conhecidas apenas na abertura dos envelopes.
As denúncias não são novas na cidade. Em 2003, o vereador Francisco Carneiro da Silva presidia uma CPI sobre o uso de verbas públicas e sofreu um atentado. A mulher dele foi atingida por um tiro e morreu.
Na escola construída por Francisco, crianças do primeiro ao quinto ano estudam na única sala, ao mesmo tempo, com a mesma professora.
Na Escola Municipal Nazaré Severiano, onde os alunos chegam de pau-de-arara, livros escolares quase novos foram jogados no lixo.
Entre os livros que achamos no lixo, estavam alguns de História do Brasil. Dona Maria nasceu em Santana de Acaraú e viu um pouco dessa história. “Nada mudou em 87 anos. As casas que passou uma mão de cal, às vezes passa uma mão de cal na frente, outra coisa eu não vejo”.
Acadêmica: Sarah Vasques Macedo

Mudança X Supervisor

A palavra Supervisor traz com ela todo um processo histórico, e que até hoje ainda continuamos na fase de crescimento de novos questionamentos, visando a busca de uma educação com mais qualidade.

No processo histórico da educação essa figura Supervisor, tinha a função de fiscalizar, vigiar, mas com o surgimento da "Escola Nova", começou a se questionar os profissionais da escola, dentre eles o Supervisor. E esse profissional ganhou um novo sentido para estar na escola, tornou-se o responsável por interagir no pedagógico da escola, dando suporte aos professore, colaborando no Projeto Político Pedagógico, fazendo a escola trabalhar no coletivo buscando junto com o Orientador Pedagógico uma linha de pensamento aberta, e que não seja excludente, pois esse Supervisor reflexivo é que estará fazendo a integração entre professores e toda equipe da escola - comunidade.

Entretanto não podemos esquecer que ele é um grande incentivador a formação contínua dos educadores.

Enfim, podemos perceber que o Supervisor deixou de ser visto como fiscalizador, para ser um grande colaborador para os professores e principalmente dando sua contribuição para o espaço escolar.


segunda-feira, 9 de junho de 2008

As novas tecnologias e a educação

O avanço tecnológico tem feito com que a sociedade busque novos mecanismo para atualizar-se com esse mundo moderno,ou seja,adaptar -se as profundas transformações ocorridas no mundo.A influência dos meios de comunicação,em especial a televisão,que ditam normas de compotamento e alimentam o público com informações das mais variadas formas,é responsável em alguns aspectos pela formação de pessoas ou grupos sociais.
A rápida ascensão tecnológica do rádio,da televisão,do cinema,da imprensa esrita e dos computadores trouxe uma série de inovações e problemas que atinge toda a socidade.Alunos e professores são os mais atingidos com os meios de comunicacão;pois este não estão livres deste assédio,pelo contrário,tomam conhecimento e participam de uma variedades de situações que os envolve, nutre e transforma sem nenhuma análise criteriosa e seletiva daquilo que deve ou não ser ultilizado.Portanto as pessoas deixam influenciar-se pelos que ditam normas de comportamento,modas e outros interesses;passando a consumir produtos e processos que lhe modificam a vida.
Lucivânia Pereira Da Silva.

O papel social da escola

A escola é responsável pela promoção do desenvolvimento do cidadão, no sentido pleno da palavra. Então, cabe a ela definir-se pelo tipo de cidadão que deseja formar, de acordo com sua visão de sociedade. Cabe a ela também a incumbência de definir as mudanças que julgar necessária, através das mãos do cidadão que irá formar.
Para Pimenta (1998), “o papel da escola é garantir o acesso ao conhecimento de qualidade por parte de todas as crianças e jovens a fim de que se situem no mundo, um mundo que é rico em avanços civilizatórios”.

Beatriz Vasconcelos

MODIFUCAR

MODIFUCAR

Fracasso Escolar

A problemática que envolve a questão do fracasso escolar, vai além do contexto educacional, pois o tema é considerado muito complexo e requer muita reflexão.
Sabemos que além dos fatores que surgem dentro das escola, emerge principalmente através de questões que advém fora dela e que abrange um contexto mais amplo.
Existe uma grande necessidadfe de compreender o analfabetismo,a repetência e a evasão como resultado do fracasso escolar, pois a compreenção que nos falta é a de refletir sobre a forma que a sociedade está estruturada e como os indivíduos se colocam diante dela, uma vez que existe uma exclusão esmagadora que não permite o desenvolvimento de nossas culturas sociais e que as claras cria uma realidade preocupante.
É importante ressaltar que o fracasso escolar advém de uma escola reprodutora que se insere numa sociedade capitalista e seletista, determinando a formação do indivíduo.


Doranice de Oliveira Silva

PLANEJAMENTO

Como integrantes de uma sociedade "desenvolvida" sabemos que para tudo que temos que fazer na nossa vida necessita de um planejamento, pois nós não agimos por instinto, porém na educação um dos problemas mais encontrados é a falta de planejamento das atividades educacionais, é um sério problema, que quem que ser trabalhado na conscientização dos profissionais de educação, pois ainda é comum encontramos aquele velho caderninho amarelado pelo tempo que o professor usa para ministrar as sua aulas.
Muitas vezes os alunos se evadem do ambiente escolar porque não se adequam ao método de ensino praticado nas escola e como não um planejamento nesse sentido de se criar métodos que façam com que o aluno se sinta bem na escola, porém não é culpa somente do professor, porém essa falta de planejamento já está arraigada no sitema todo, é o governo que não dá subídios para o profissional, é o profissional que está acomodado isso tudo somado acaba em uma educação de má qualidade, temos que procurar mudar esse pensamento, nos conscientizarmos do nosso papel e planejar nosso trabalho é uma forma de estarmos no adequando as necessidades dos alunos e contribui para melhoria da nossa educação.

Veridiane Bento Carvalho Lima

A QUESTÃO DA RESISTÊNCIA A MUNDANÇA

No contexto da educação de um modo geral, um dos maiores problemas encontrados por educadores compromissados com a educação, é a questão da resistência as mudanças. Pois o novo sempre encontra resistência, há sempre aquelas pessoas que insistem em continuar com as práticas antigas, alguns dizem-se tradicionalistas, porém em educação não pode haver tradicionalismo, tem haver educação e cada geração tem novas necessidades e com isso existe também a necessidade de se desenvolver novos métodos para que a educação atinja seu objetivo.
Não se pode pensar a educação de hoje como era pensada na época dos nossos avós, as necessidades hoje são outras e o sistema educacional tem que acompanhar e se adequar a essa evolução, e a resistência de alguns "profissionais", fazem com que as mudanças muitas das vezes não ocorram e ficamos sempre na mesma, tá certo que uma mudança tem que ser estudada a fundo para ver se ela pode vir para contribuir mesmo, porém se aprovada pela maioria tem ser colocada em prática por todos, pois o objetivo comum é a educação.

Veridiane Bento Carvalho Lima

sábado, 7 de junho de 2008

ÁGUA FONTE DE VIDA

“CRISE DA ÁGUA”: EXISTE?

Há alguns séculos, os únicos rumores que se ouviam por causa da falta da água eram os da tragédia nordestina. Artistas e escritores foram retratando a seca que matou e ainda mata um povo abandonado pelo elemento mais abundante do nosso planeta. A Terra, com 70% de sua superfície coberta por água, é considerada o “Planeta Água”, sendo que 97,6% é água salgada e 2,4% é água doce.

Hoje se fala na “crise da água”. Efetivamente ela existe. A ONU (Organização das Nações Unidas) afirma que, em 2050, faltará água potável para 40% da humanidade. Especialistas antecipam esse prazo para 2025. Essas previsões suscitam grandes debates mundiais. Hoje, o assunto está em voga nas universidades, escolas, empresas e até nas reuniões familiares. E isso é bom, porque, como afirma um documento da ONU: “O problema da água é mais uma questão de gerenciamento que de escassez”.


catástrofes naturais
Conselho Mundial da Água diz que é mais barato prevenir do que reconstruir


Investir na prevenção de catástrofes naturais sai oito vezes mais barato do que financiar operações de reconstrução das zonas devastadas, revelou hoje Daniel Zimmer, director-executivo do Conselho Mundial da Água, no México. Apesar disso, o Conselho salienta que os governos por todo o mundo estão a investir cada vez menos em redes de monitorização dos riscos naturais relacionados com a água. Estes temas serão o centro do 4º Fórum Mundial da Água, a realizar de 16 a 22 de Março na Cidade do México. "Os cálculos mostram que o relógio do desenvolvimento de um país recua entre cinco a dez anos de cada vez que é afectado por uma catástrofe natural", comentou Zimmer. Do Publico.pt com AFP, 26/1/2006.

Comentário academico: ILKA MENEZES 5PEDENB

Realmente investir na economia é mais gratificante, mas os cidadãos atualmente não estão tão conscientes de que, da que há alguns anos poderar valtar água.
Água é fonte de vida é pura e cristalina. Mas infelizmente este líquido puro e cristalino está ameaçado.
Nós podemos fazer a nossa parte, mesmo que sejam tão poucos, mas podemos fazer a diferença. O que importa conscientizar, que nossa geração futura esta ameaçada em fica sem água.

quinta-feira, 5 de junho de 2008

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

Dentro das inúmeras dificuldades encontradas nas escolas, diz respeito a ausência do Projeto Político Pedagógico.E Quando a escola possui o projeto,geralmente nao foi construído com a participação de todos os sujeitos escolares, principalmentre a comunidade. Isso implica uma prática pedagógica totalmente fragmentada.
Há portanto, a necessidade de repensar a educação de forma crítica, onde todos se envolvam e assuman o compromisso de participação. Só assim construiremos uma educação de qualidade. Sabemos que é um trabalho árduo, porém não devemos desistir. Os desafios existem para serem superados.


Doranice 5PEDN-B

segunda-feira, 2 de junho de 2008

O desc

POSSÍVEL SOLUÇÃO PARA O FRACASSO ESCOLAR

As autoras Eliane Bambini e Luci Castor apontam alguns camunhos possíveis para a diminuição do fracasso escolar:
* desenvolvimento de trabalho coletivo entre coordenadores e professore;
* reorganizar o tempo-espaço escolar;
* revisão das politicas públicas para a educação;
* valorização da formação do professor como aquele que pesquisa, investiga e critica sua própria prática;
* desenvolivimento de habilidades para lidar com as diferenças encontradas na escola.
O fracasso não ocorre apenas só pelo fato da escola ás vezes descumprir o seu papel,mas pela ausência do envovimento da familia e do estado. O orientador deve refletir e construir junto com sua equipe e a participação em massa da familia.

MARINEUDE SOUSA FARIAS

Conhecendo seus direitos

A CGU disponibiliza ainda outra ferramenta que possibilita a consulta dos convênios do governo federal (administração direta, autarquias e fundações) com instituições localizadas nos municípios, sejam elas vinculadas às prefeituras, aos órgãos federais e estaduais ou a entidades não-governamentais. O endereço é www.cgu.gov.br/sfc/convenio/convenios.asp.

Pelo site do Banco do Brasil, é possível acessar o demonstrativo unificado de Distribuição da Arrecadação Federal (DAF), que informa o montante de recursos que cada município brasileiro está recebendo por meio de re-passes do governo federal. O endereço para consulta é www.bb.com.br/appbb/portal/gov/ep/srv/est/DistArrecFed.jsp.

Mais completo é o Siga Brasil, o Sistema de Informações Orçamentárias Gerenciais Avançadas, acessível no site do Senado. Há dados completos sobre o Orçamento, as leis orçamentárias e a execução das despesas aprovadas pelo Congresso. O Siga Brasil é resultado de parceria entre a Consultoria de Orçamentos, Fiscalização e Controle do Senado (Conorf) e a Secretaria Especial de Informática (Prodasen). Com tecnologia de ponta, integra e consolida bases de dados dos principais sistemas orçamentários, como o do Tesouro Nacional – Siafi – e o da Secretaria de Orçamento Federal – Selor. O endereço de acesso é www.senado.gov.br/siga.

FRACASSO ESCOLAR

A escola acredita que a familia é grande vilã do fracasso escolar,principalmente quando ela está desestruturada, não participando da vida escolar dos filhos.
Já a familia acredita que as más companhias dentro da escola é que contribui para o fracasso do seu filho.
O aluno se defende afirmando que os problemas sociais podem influenciar positivo ou negativamente no aprendizado, em alguns lugares os alunos deixam de ir á escola para trabalhar e ajudar no orçamento familiar.
A escola deve sensibilizar com dinamismo os pais para perceberem a importância da sua participação na educação dos seus filhos. E a familia sensibilizada deve acatar a essa parceria, para juntos solucionar o problema.

MARINEUDE SOUSA FARIAS

RELAÇÂO PROFESSOR ALUNO

Quando se fala da relação professor-alunohorizontal entende-se que a relaçâo aproxima de lado a lado e não de algo e não de algo imposto pelo 'dentetor'do saber (professor). Acredita -se que o professor é um mediador de conhecimento e que ele deve investigar o aluno para juntos construírem o saber.





Maria de Jesus

educação quilomboa

Educação Quilombola

A realidade brasileira na educação quilombola, provoca distorções na questão educação de qualidade, por que as necessidades de verbas, a falta de transporte, a má remuneração dos próprios docentes é muito gritante. Os senhores de terra tem mais recursos e influências do que as escolas. O que difere a grande desigualdade social e o próprio derespeito com cidadãos de bens. Com tantos contrates, o Brasil continua dependente das fortalezas do mundo exterior. Por simplesmente não valorizar a educação seja em local for.

ilka meneze cont. 5pednb

O ORIENTADOR NO PROCESSO DE MUDANÇA DA ESCOLA

Dada a ênfase na significaçaõ da função orientadora, podemos dizer que cabe ao orientador, buscar sentido e significado crítico quanto ao seu exercício.Cabe á ele redirecionar sua prática, no sentido de buscar mudanças no interor da escola.Ele enquanto profissional, tem que mover ações que propiciem o envolvimento de todos os setores da escola. Nessas ações poderão ser comtemplados o trabalho coletivo na contrução do Projeto Político Pedagógico.


Eduvânia Melo

A Orientação educacional e a Inclusão Social

O orientadador educacional é fundamental para o processo de Inclusão Social, pois é este que vai estar diretamente ligado no processo de Inclusão entre professor e aluno. Sabe-se que o orientador educacional tem um papel super importante dentro da escola e principalmente na Inclusão Social, pois ele auxilia no processo adaptação, orientação na busca da interação professor/aluno, e também de ajudar o aluno na busca de conhecimento para sua vida.
O orientador ainda tem que trabalhar projetos educacionais sobre inclusão com todos na escola para que estes compreendam o processo inclusivo que atualmente está sendo tão comentado pela sociedade educativa e que em nenhum momento o corpo técnico administrativo da escola pode vir a excluir alunos que tenham necessidades especiais ou de aprendizagem na escola. O orientador educacional tem que trabalhar diretamente com o professor na questão de mudar a forma de encarar as situações de conflitos encontrados na sala de aula e reverte-los em favor de quem está sendo discriminado e excluído do contexto social. E também trabalhar a questão da formação continuada do professor, para que estes estejam preparados para trabalhar com alunos com necessidades especiais que porventura a escola venha receber.
Portanto, o orientador educacional deve ser comprometido com seu trabalho e não omitir-se do seu papel diante dos desafios encontrados no processo da Inclusão Social e estar sempre em consonância com os alunos e professores para dar seguimento a este processo a fim de evitar praticas excludentes.

Beatriz Vasconcelos

A importancia do estágio

É importante esclarecer que o estágio supervisionado contribui para o desenvolvimento

do professor permitindo que ele vivencie experiências do cotidiano escolar.A prática lhe

permitirá uma nova visão da problemática, principalmente das escolas públicas. Sob essa

ótica podemos dizer que o professor possivelmente poderá contribuir na mudança podendo

fazer diferença na transformação da educação escolar.


Doranice

Educação Infantil

A educação infantil é fator priomordial na vida de uma criança e deve ser
desenvolvida de forma cuidadosa, sensível e compreensiva; visto que é nesta fase
(até os 6 anos) que a criança viverá uma das mais complexas fases do
desenvolvimento humano. Os aspectos do ambiente escolar podem dar uma
contribuição significativa ao bem-estar emocional e à educação, lembrando que
criar um ambiente visuasl satisfatório não é uma tarefa que se faz só uma vez
para sempre, mas algo que precisa acontecer de forma contínua. O professor tem
um papel importante na modelagem do comportamento das crianças, este deve agir
como um mediador em vez de um diretor das atividades cotidianas.

ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL

O trabalho de orientação é uma frente relevante na escola, pois, faz um trabalho diferenciado dos demais profissionais que compõe o quadro da equipe pedagogica da escola.
Pois auxiliam os discentes a entender melhor que está acontecendo consigo mesmo na sociedade de forma geral.
É válido ressaltar que o diploma já não é mais garantia de mercado de trabalho devido a competitividade.
Alguns educadores estão mais ligados em desenvolver um bom trabalho se preocupando com o resultado e só visam o seu emprego, ou seja o que ele pode lhe propocionar(salário).
Com a competitividade as pessoas não se preocupam com uma boa qualificação profissional e procuram formação somente para inserir-se no mercado de trabalho.

Sarah Vasques

Educação Quilombola

É preciso ressaltar e valorizar as especificidades de cada área quando trata-se de educação.

Sabemos que em todo o territorio brasileiro as estruturas educacionais são bastante variadas quando o planejamento e execução de ações são voltadas para o desenvolvimento dos indivíduos com uma visão crítica de enxergar o mundo.


Para maiores informações:

Coordenação-Geral de Diversidade – CGDI
Ministério da Educação – MEC
Correio eletrônico: coordenacao.diversidade@mec.gov.brEste endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email
Telefones: (61) 2104 9262/ 9183
Fax: (61) 2104 9183

Endereço para correspondência:
Edifício do CNE - Conselho Nacional de Educação
SGAS 607, Lote 50


ILKA MENEZES 5PDNB

A QUESTÃO DO FRACASSO ESCOLAR

O Sistema escolar acaba reproduzindo ideologias de uma sociedade excludente, levando assim ao fracasso escolar.
A escola não deve rotular os alunos como incapazes, mas o aluno deve ser estimulado com credibilidade de aprender.
Cabe a escola refletir e tomar atitudes para que ocorra mudanças do fracasso escolar, procurando novos métodos para possíveis transformações no Sistema Educacional.


Eliziete Ferreira

Necessidade de Transformação

A principio, pode-se dizer que o próprio ambiente escolar precisa sofrer transformações iniciando pela equipe pedagógica, o professor enquanto profissional da educação e também os alunos. Quanto ouvimos falar em transformação logo fazemos um elo com as necessidades de mudança que precisa a educação no geral (reformas nas escolas, capacitação do professor).
Para começar a discutir sobre o assunto temos que colocar em pauta que: o professor não tem a devida valorização sua remuneração é insuficiente e sua motivação é quase nenhuma. A partir daí começa a acontecer um desfecho no processo educativo, lembrando que a educação depende do poder político, mas o estado não cumpre todas as obrigações, pregam que a sociedade e a escola é fonte de transformação, mas na verdade isso é pura utopia.
Pensar em educação como prática social é construir e caracterizar o ser humano nas constantes idas e vindas, nas construções e reconstruções, semelhanças e diferenças. A partir daí o homem se constitui; se reconhece como sujeito da história e construtor da cultura.
Esse papel passa a ser um passo importante para significar e ressignificar o seu trabalho e sua pedagógica.
A escola, todavia deve proporcionar a adaptação e a expansão dos seus conteúdos, visando desenvolver a competência das crianças para que cada vez mais compreendam e atuem em seu cotidiano, ou seja, a escola tem como papel principal inserir, transformar e educar o ser de forma sistemática. A educação escolar deve ser intencional procedendo a interação com a realidade sem agredi-la.
Portanto é preciso vencer este pensamento vertical democratizando e transformando a estrutura organizacional da educação em uma relação horizontal, onde a hierarquia não serve apenas para excluir e sim para mediar e encaminhar cada escalão da pirâmide chamada educação a uma transformação de fatos e de direitos, possibilitando a integração de todos os envolvidos nesse processo.

EDUCAÇÃO: DESAFIOS DO NOSSO TEMPO

CABE AO PROFESSOR:
Ser um eterno aprendiz
Atualizar-se permanentimente
Desenvolver dons e talentos
Transforma-los em abilidades e competências e atitudes
Reconhecer e aproveitar novas oportunidades
Educar é atrair, é seduzir, você só educa se você seduz
Esse é o princípio de educação mais básico
Capacidade de contribuir criativamente em grupo, para a solução
Capacidade de adaptar as novas mudanças
O resgate do alto conhecimento e a
Capacidade de ensinar e aprender..

Francilda Lira

Professor Reflexivo

Dizer que o professor se deve envolver na reflexão sobre a sua prática não é novo. John Dewey, filósofo da educação, defendeu a importância do pensamento reflexivo e escreveu extensivamente sobre o papel da reflexão nos seus livros How we think (1910, 1933) e Logic: The theory of inquiry (1938). Reconhecia que nós refletimos sobre um conjunto de coisas, no sentido em que pensamos sobre elas, mas o pensamento analítico só tem lugar quando há um problema real a resolver.

Ou seja, a capacidade para refletir emerge quando há o reconhecimento de um problema, de um dilema e a aceitação da incerteza. O pensamento crítico ou reflexivo tem subjacente uma avaliação contínua de crenças, de princípios e de hipóteses face a um conjunto de dados e de possíveis interpretações desses dados.

A ideia de reflexão surge associada ao modo como se lida com problemas da prática profissional, à possibilidade da pessoa aceitar um estado de incerteza e estar aberta a novas hipóteses dando, assim, forma a esses problemas, descobrindo novos caminhos, construindo e concretizando soluções.

Este processo envolve, pois, um equacionar e reequacionar de uma situação problemática. Num primeiro tempo há o reconhecimento de um problema e a identificação do contexto em que ele surge e, num segundo tempo, a conversação com o “repertório de imagens, teorias, compreensões e ações” (Schön, 1987, p. 31) por forma a criar uma nova maneira de o ver. A reconstrução de algumas ações pode resultar de novas compreensões da situação.

Portanto, a reflexão sobre a reflexão na ação é aquela que ajuda o profissional a progredir no seu desenvolvimento e a construir a sua forma pessoal de conhecer. Trata-se de olhar retrospectivamente para a ação e refletir sobre o momento da reflexão na ação, isto é, sobre o que aconteceu, o que o profissional observou, que significado atribui e que outros significados pode atribuir ao que aconteceu (Schön, 1992).

Beatriz Vasconcelos

O PROFESSOR COMO MEDIADOR DO CONHECIMENTO

O professor é o sujeito mediador do conhecimento, aqule que contribue com a educação de um indivíduo crítico, reflexível e dinâmico para uma transformação significativa.
Essa mediação é de suma importância na vida do aluno a qual transformará a vida do sujeito escolar.



Maria Edilene

Greve dos professores

No que diz respeito ao salário dos professores do Estado de Roraima, vem sendo publicadas

na impenssa algumas inverdades. O seretário de educaçao, senhor Luciano Morira afirma que

temos um salário exelente, sendo que as outras categorias do nível superior ganham mais do

que um professor, o que demonstra total falta de preocupação com a Educação nesse Estado.



Doranice

O Currículo e a Escola

A educação hoje em dia passa por diversas transformações porém acreditasse que ainda cabe muitas mudanças como por exemplo no currículo escolar onde não apresenta a real necessidade do aluno, o currículo e o planejamento deve ser elaborado com a participação do aluno e da comunidade para que esteja de acordo com a realidade do aluno para que a escola e o aluno falem a mesma língua e caminhem juntos.
Cleyciane da Silva Silveira

SUPERVISÃO/COORDENAÇÃO PEDAGOGICA

A coordenação pedagógica se dá no campo da mediação.O supervisor deve se relacionar de forma diferenciada, qualificada com os professores e com os alunos. Sendo o aluno o foco das atenções na construção do conhecimento.
O supervisor é um educador, e seu objeto de conhecimento, é o seu próprio ato de conhecimento. Deve ser auto-critico,encarando realidade, diversidade, visão holistica(abrange todo o espaço),teremos então os melhores profissionais e grandes oportunidades, fazendo da educação um grande sucesso.
Terá como desafio a conquista do trabalho coletivo na escola, o comprometimento com o trabalho pedagogico e lutar pela continuidade critica das politicas educacionais.

MARINEUDE SOUSA FARIAS

O coordenador pedagógico e a questão do fracasso escolar

Os autores afirmam que o analfabetismo, a repetência e a evasão levam ao fracasso escolar, mas também apontam que os docentes devem estar atentos o que ocasiona este chamado fracasso.
Compreende-se que os problemas citados às vezes ocorre em dois pontos cruciais em : simples processo de exclusão do processo de alfabetização ou a baixa produtividade do aluno.
Com os estudos e pesquisas realizadas em sala e de acordo com este texto, compreendemos e sabemos que o coordenador juntamente com os professores e a comunidade devem desenvolver um trabalho pedagógico para amenizar estes problemas.
Portanto para que o discente alcance o sucesso escolar os atores acima citados (coordenador, professores e comunidade) devem mediar o conhecimento valorizando o saber, sentimentos, a diferença sócio-cultural,favorecendo o desenvolvimento tornando o ser humano crítico, reflexivo e participativo.
Acadêmica:Claudionice de Sousa Muniz

FRAGMENTAÇÃO DO TRABALHO ESCOLAR

Diante da Fragmentação do trabalho escolar, percebemos que a supervisão deve atuar com uma visão mais ampla, no sentido de promover o trabalho coletivo da escola, pois surge aí um momento oportuno para a supervisão organizar os diversos setores da escola visando uma articulação maior entre eles. Nesse sentido o supervosor deve diferenciar seu trabalho com intuito de integrar a relaçaõ professores, alunos, pais, funcionários e etc.

Francilda Lira

Resposabilidade do Professor nos dias atuais

Partindo do prncipio étmologico da palavra docente.Observa-se que seu radical vem da palavra documento.Logo isto sigunifica que o professor é para a sociedade um documento onde está contido todas as infomações necessárias que conrresponda com suas necessidades.Porém o que se tem questionado no meio dos próprios educadores,é a pseuda auto-estima em relação o seu valor perante a sociedade.Não queremos aqui denegrir a função do professor, mas queremos chamar atenção desse profissional para o que reamente significa o seu papel enquanto "protagonista" dessa função que se tornou através do processo Histórico um paradigma para o próprio docente.Quando esse profissional entender o valor do seu significado, e qual sua contribuição para a formação de cidadãos critícos democrático e reflexivo, numa sociedade contraditória.Isto realmente fará diferença no seu papel.



Cinézio dos Santos Menezes.

APRENDIZAGEM SIGNFICATIVA

NÃO ESTANDO DIRETAMENTE RELACIONADA COM A EXPERIÊNCIA DA CRIANÇA O CONTEÚDO DO ENSINO DE ENSINO NÃO É E NEM PODE SER IDÊNTICO AO FORMULADO. E BEM MAIS FÁCIL PARA A CRIANÇA APRENDER ATAVÉS DE SUA PRÓPRIA EXPIRIÊCIA DE VIDA E ALCANÇAÇAR UMA APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA DO QUE APREDER REGRAS TÉCNICAS.É APARTIR DESSE MOMENTO QUE SE RELACIONA O CONHECIMENTO ESCOLAR COM A PRÁTICA DO ALUNO, PARA SE ALCANÇAR UMA APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA, POIS É PRECISO DESAFIAR CONCEITOS APRENDIDOS E PARA APRENDER É PRECISO DTER VONTADE,DESEJO EA DISPONIBILIDADE INTERNA PARA APRENDIZAGEM GANHAR UMA ESPECIAL IMPORTÂNCIA.O PROFESSOR DEVE ESTAR ATENTO AO NÍVEL DO CONHECIMENTO PRÉVIO QUE O ALUNO JÁ TENHA ADQUIRIDO, POIS SE ELE TRABALHAR COM CERTEZA OBTÉRA MELHORES RESULTADOS




MARIA DE JESUS

Relação Escola e Família

A escola enquanto instituição de ensino, tem como objetivo colaborar com a família na educação do educando/filho, e o que ambas tem em comum é a preparação como ser crítico e participativo na sociedade e que sozinhos consigam construir e ampliar seus conhecimentos.
Com isso a colaboração das mesmas têm efeito na melhoria do aproveitamento escolar, e aumentando a motivação do educando/filho para os estudos.
Izabel Fernandes
5 PDNB

Relação Escola e Família

A GREVE DOS PROFESSORES ESTADUAIS

O que eu posso dizer sobre a greve é que que os alunos são os mais prejudicados comn isso, pois estão perdendo fontes importantes para seus conhecimentos tanto intelectual como de vida.
Também não posso deixar de dizer, que é um direito dos professores lutarem por melhores condições de trabalho, e aumento salarial, pois considero injusto aquele que educa o médico, o advogado o deputado é até mesmo aquele que educa o neto do ou filho do Presidente da República, ganhar tão pouco. Pois merecidamente deveria ser a profissão mais bem remunerada do mundo!!!!!!!!!!!.



MARIA EDILENE.

A educação em Roraima

A educação em Roraima está um caos, os professores do estado estão em greve reivindicando seus direitos e que até agora não foram negociados.
O governo do estado diz que as reclamações dos professores não são condizente com o que eles alegam e diante dessa bagunça toda os alunos ficam sem aula e não se sabe quando as aulas irão recomeçar.





Gilvana silva

Analfabetismo no Brasil

Considerando que a educação parte dos princípios familiares e a escola é a principal responsável pela continuidade de atribuições de valores (políticos, econômicos e culturais) na sociedade, isso acontece muito pouco nas escolas.

O analfabetismo ainda é muito "comum" nessa sociedade globalizada, pois as pessoas estão deixando de estudar pelo fato de terem que trabalhar para sustentar a familia,desta forma acabam ausentando-se da escola,mas não é são esses os problemas relacionas com essa temática

Doranice

ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL

A Orientação Educacional se faz presente na construção do crescimento da escola.Mas nem sempre seu processo é compreendido.
A falta da formação continuada não permite que o Orientador acompanhe as mundanças do seu espaço.O papel fundamental do Orientador é argumentar, refletir, tornando o aluno mais critico e consciente da sociedade.
É correto afirmar que a orientação enquanto prática transformadora, busca o trabalho conjunto em que todos os profissionais têm uma contribuição a oferecer em sua especificidade de ação.


MARINEUDE SOUSA FARIAS
BREVE REFLEXÃO SOBRE UM BOM DOCENTE


A princípio um bom docente é aquele que propõe dinâmicas para seus alunos mediando conhecimentos de forma clara e objetiva, o que de certa forma faz com que os mesmos produzam seu próprio conhecimento se tornando assim, um cidadão crítico/participativo e que possa expor suas opiniões perante a sociedade. É importante ressaltar também que a transmissão de conteúdos leva o aluno a reproduzir o conhecimento dos outros e não a realizar sua alto produção.




DEIZIANNY GRACY

Comunidade Participativa

A comunidade deve ser partipativa na escola isto é,não se omitir em fazer colocações ou dar opiniões sobre o funcionamento da escola ou sobre a educação de seus filhos.
A interação entre comunidade e escola é um dos mais importantes fatores para um bom desenvolvimento da escola e do aluno.
Izabel Fernades
turma- 5 PDN-B

segunda-feira, 26 de maio de 2008

A importância do papel do supervisor na escola

A tarefa do supervisor é essencialmente pedagógica, na medida em que ele se preocupa com o ensino bucando meios de auxiliar o professor a tornar sua tarefa menos árdua.
O supervisor deve colaborar ainda com a definição e explicitação do Projeto Político Pedagógico em seus pontos considerados fundamentais e assumidos pelo conjunto dos educadores, bem como com a integração da própria coordenação pedagógica com os demais setores da escola.
O foco de atenção do supervisor no trabalho de formação é tanto individual quanto coletivo: contribuir com a formação de cada professor e ao mesmo tempo ajudá-lo a elevar o nível de consciência e constituí-lo enquanto grupo.

O Trabalho coletivo na escola

TRABALHO COLETIVO NA ESCOLA
Toda ação da escola que se processa sem a participação da equipe pedagógica, implica num isolamento. E para a equipe superar o isolamento é preciso a participação dos professores nos encontros semanais da escola para traçarem planos e metas qualitativas que fundamentem um trabalho significativo. Na escola o trabalho coletivo se define em capacitação, porque sendimenta os alicerces da construção de projetos educacionais que constitui-se num centro de atualização e reflexão sobre a ação educativa de seus profissionais, e não um mero repasse de infomações pontuais ou isoladas.


Cinézio dos Santos Menezes

Motivação na aprendizagem

Para qualquer atividade que se deseja realizar na vida é necessário antes de mais nada ter foça de vontade de realizá-la.Isso não é diferente no ato de educar.Por isso, para educar é necessário inicialmente que exista força de vontade por parte do professor.Ele mais do que ninguém deve sentir essa vontade de aprender e depois favorecer o mesmo á seus alunos.
Ele deve descobrir mecanismos para estimular os alunos, isso envolve manter um bom relacionamento, ser carinhoso, mostrar-se disponível, ser acolhedor é principalmente amar muito o que faz.
Eduvânia Melo

Educação Transformadora




O cidadão brasileiro vive sob um dilema: trabalhar para ajudar sua família no sustento de casa ou estudar, para que, no futuro, ele e sua família tenham melhores condições financeiras. Esta é a realidade vivida pela população brasileira de classe média e baixa, que sofre o reflexo do país na educação. Configura-se, nesta área, um quadro de problemas que abrange desde a divisão de legislações de políticas públicas estaduais e municipais até os diversos tipos de profissionais desqualificados que atuam na área da educação.Nessas condições, estão concluindo uma etapa dos seus estudos alunos da rede pública de ensino, jovens recém-formados no ensino médio à procura de oportunidades e até mesmo do ingresso em uma universidade.

Com base na idéia citada, retomamos o objetivo aqui apresentado, qual seja, refletir sobre uma educação não apenas atual, mas transformadora e capaz de resolver ou amenizar os problemas destacados. Dermeval Saviani, em seu texto Educação: do senso comum à consciência filosófica, ainda nos questiona:
Como pode o cidadão utilizar os elementos da situação se ele não é capaz de intervir nela, decidir, engajar-se e assumir pessoalmente a responsabilidade de suas escolhas? Sabemos quão precárias são as condições de liberdade do cidadão brasileiro, marcado por uma tradição de inexperiência democrática, marginalização econômica, política cultural.
Beatriz Vasconcelos
5 PDN-B
Governo endurece regras na relação de fundações com universidades
Publicada em 14/04/2008 às 19h22mGlobonews TV; O Globo Online; Chico de Gois - O Globo BRASÍLIA - Os ministros Fernando Haddad, da Educação, e Sergio Rezende, da Ciência e Tecnologia, assinaram na tarde desta segunda-feira portaria que modifica as relações entre as universidades e as fundações de apoio, e antecipa medidas da reforma universitária, com regras para impedir que fundações sejam utilizadas como fachada para gastos irregulares com verbas públicas, e em busca de maior transparência. A principal medida torna mais rígido o repasse de recursos para as universidades. A crise na relação das fundações com as universidades começou quando verba da Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec) foi usada na reforma do apartamento funcional do então reitor da Universidade de Brasília (UnB) Timothy Mulholland, que se afastou definitivamente do cargo neste domingo, acusado de improbidade administrativa. Um dos objetos de luxo comprados foi uma lixeira de quase mil reais. De acordo com a nova portaria, que será publicada nesta terça no Diário Oficial da União, as fundações estão proibidas de remunerar universidades mediante a doação de bens ou serviços. A partir de agora, os repasses deverão ser feitos em espécie e incorporados ao orçamento da universidade. Dessa forma, o uso da verba fica submetido à Lei de Licitações, ou seja, a contratação de serviços ou compra de bens precisará passar por processo licitatório. - Isso disciplina de uma maneira muito rígida o padrão de relacionamento entre as fundações de apoio e as universidades. É um avanço institucional muito significativo que vai exigir um repensar por parte das fundações, se desejarem manter sua condição - defendeu Haddad. A partir de agora, as fundações que não cumprirem as novas normas poderão ter o pedido de recredenciamento negado, quando este for solicitado. O recredenciamento ocorre a cada dois anos. - É bom que elas se adaptem o mais rápido possível. Essas novas determinações caracterizam as fundações de apoio nos moldes em que elas foram originalmente criadas - disse o secretário de Educação Superior do Ministério da Educação, Ronaldo Mota. Além de alterar a regulamentação de transferência de recursos, a portaria determina que no mínimo um terço do órgão deliberativo da fundação seja indicado pelo conselho superior da universidade. Outra nova norma é que qualquer projeto de pesquisa deve ter a participação de no mínimo dois terços de pessoal da universidade (professores, pesquisadores ou técnicos). - A portaria tem um conjunto de regras e todas têm o mesmo objetivo: dar mais transparência ao exercício dos recursos - afirmou Mota. Haddad salientou que sua pasta já enviou ao Congresso um projeto para aperfeiçoar a legislação, entre outros, no que tange à relação entre universidades e fundações. Mas ele afirmou que nem relator o projeto tem ainda. Os estudantes que ocupam a reitoria da Universidade de Brasília (UnB) há 12 dias decidiram nesta segunda-feira, em assembléia, permanecer no prédio. Para desocupar a reitoria, os estudantes exigem que todas as reivindicações sejam aceitas e não se contentam apenas com a renúncia de Mulholland. (Veja fotos da ocupação) Agora, a principal reivindicação dos estudantes é a paridade nas eleições - que o voto dos alunos e servidores tenham o mesmo peso do voto dos professores da UnB. Atualmente, os votos dos professores têm peso de 70%, contra 15% para estudantes e 15% para funcionários. Mulholland diz que deixa o cargo com certeza do dever cumpridoEm sua carta de renúncia, enviada nesta segunda-feira ao ministro da Educação, Fernando Haddad, Timothy Mulholland diz que deixa o cargo com certeza do dever cumprido e com a convicção de que o ministro saberá conduzir bem o processo. "Deixo o cargo de reitor, Sr.ministro, com a certeza de ter cumprido com meu dever como professor, cidadão e servidor público, na defesa dos maiores interesses da minha universidade e do meu país. Deixo o cargo de reitor com a certeza e a tranqüilidade de que a verdade prevalecerá no que tange a acusações que foram feitas contra mim e contra minha administração", diz Mulholland. COMENTARIO ACADÊMICO
A Educação no Brasil ainda é de fato um panelão de mensalões, as verbas são muito gordas, e os administradores mal feitores, na educação básica por exemplo se vê claramente o desvio do FUNDB, as verbas são pagas pelo o governo federal e no entanto o governo estatal passa a mão. Reportagem acima não mostra diferente, em se tratar de um renomado reitor de uma universidade publica, o escândalo foi descoberto a situação é critica , mas infelizmente é a realidade de nossa educação, infelizmente ainda temos que conviver com tanta corrupção.
ILKA MENEZES 5 PEDNB

Governo endurece regras na relação de fundações com universidades

A Educação no Brasil ainda é de fato um panelão de mensalões, as verbas são muito gordas, e os administradores mal feitores, na educação básica por exemplo se vê claramente o desvio do FUNDB, as verbas são pagas pelo o governo federal e no entanto o governo estatal passa a mão.

Essa reportagem não mostra nada diferente, em se tratar de um renomado reitor de uma universidade publica, o escândalo foi descoberto a situação é critica , mas infelizmente é a realidade de nossa educação, infelizmente ainda temos que conviver com tanta corrupção.


Ilka Menezes

As cinco regras éticas do trabalho docente

* A primeiríssima regra implica a compreensão do aluno-problema como um porta-voz das relações estabelecidas em sala de aula. O aluno-problema não é necessariamente portador de um "distúrbio" individual e de véspera, mesmo porque o mesmo aluno "deficitário" com certo professor pode ser bastante produtivo com outro. Temos que admitir, a todo custo, que o suposto obstáculo que ele apresenta revela um problema comum, sempre da relação. Vamos investigá-lo, interpretando-o como um sinal dos acontecimentos de sala de aula. Escuta: eis uma prática intransferível!
* A segunda regra ética refere-se à des-idealização do perfil de aluno. Ou seja, abandonemos a imagem do aluno ideal, de como ele deveria ser, quais hábitos deveria ter, e conjuguemos nosso material humano concreto, os recursos humanos disponíveis. O aluno, tal como ele é, é aquele que carece (apenas) de nós e de quem nós carecemos, em termos profissionais.
* A terceira regra implica a fidelidade ao contrato pedagógico. É obrigatório que não abramos mão, sob hipótese alguma, do escopo de nossa ação, do objeto de nosso trabalho, que é apenas um: o conhecimento. É imprescindível que tenhamos clareza de nossa tarefa em sala de aula para que o aluno possa ter clareza também da dele. A visibilidade do aluno quanto ao seu papel é diretamente proporcional à do professor quanto ao seu. A ação do aluno é, de certa forma, espelho da ação do professor. Portanto, se há fracasso, o fracasso é de todos; e o mesmo com relação ao sucesso escolar.
* A quarta regra é a experimentação de novas estratégias de trabalho. Precisamos tomar o nosso ofício como um campo privilegiado de aprendizagem, de investigação de novas possibilidades de atuação profissional. Sala de aula é laboratório pedagógico, sempre! Não é o aluno que não se encaixa no que nós oferecemos; somos nós que, de certa forma, não nos adequamos às suas possibilidades. Precisamos, então, reinventar os métodos, precisamos reinventar os conteúdos em certa medida, precisamos reinventar nossa relação com eles, para que se possa, enfim, preservar o escopo ético do trabalho pedagógico.
* A última regra ética, e com a qual encerramos nosso percurso, é a idéia de que dois são os valores básicos que devem presidir nossa ação em sala de aula: a competência e o prazer. Quando podemos (ou conseguimos) exercer esse ofício extraordinário que é a docência com competência e prazer - e, por extensão, com generosidade -, isso se traduz também na maneira com que o aluno exercita o seu lugar. O resto é sorte. E por falar nisso, boa sorte a todos!

Sabemos que para se educar com qualidade e necessário antes de mais nada sentir prazer naquilo que se faz .



Acadêmica : Régia Sileda Rabelo Nobre.

O Papel dos pais na formação escolar dos filhos


O Papel dos pais na formação escolar dos filhos.


Um dos problemas que a escola e os professores tem enfrentado nos dias atuais é a ausência da participação dos pais na formação escolar dos filhos .Preparar a criança e orientar-los sobre os valores éticos e morais é um dever da família. Valores éticos e morais significam essencialmente nesse processo familiar preparar a criança para receber informações externas contida no espaço da escola. Por mais que a escola se prepare para realizar essa tarefa o êxito ficará certamente comprometido, pois são os pais que independentemente de suas tarefas, terão que conduzir essa socialização primária aos filhos. Na realidade há resistência dos pais na participação escolar dos filhos e isto tem dificultado a aprendizagem dos alunos, porque os próprios pais transferem literalmente o seu papel para os professores da escola.

Cinézio dos Santos Menezes

Educação x Neoliberalismo

A educação passou a significar um papel estratégico para o projeto neoliberal. Os governos liberais passaram a intervir no sistema educacional consorciado com as empresas privadas. Buscou-se fazer isto de duas formas: Direciona-se a formaçao para atender aos objetivos da produção capitalista, preparando pessoas para o local de trabalho com uma visão meramente tecnológica, e, por outro lado, usa-se também a educação como meio para a difusão do liberalismo com uma única forma de organização social por meio da livre iniciativa e do livre mercado.

Doranice de Oliveira Silva

Visão Holistica da função pedagógica na escola pública

Entende-se que a atuação do pedagogo é de fundamental importância no desenvolvimento das atividades pedagógicas, o qual tem como aspecto imprescindível a atuação, a participação em movimentos sociais disseminando conhecimento de modo que contribua de forma significativa para a melhoria da qualidade de vida da sociedade.

Estes elementos podem repercutir em processo de formação profissional, altercando na prática do professor, fazendo interferência no cotidiano do educando.


Uma das atividades primordiais do educador é trabalhar no educando a produção das condições em aprender criticamente, ou seja, os educandos tem de estarem consciente de que o educador estar em constantes passos de aprendizagem através das experiências de certos saberes e que estes não podem serem simplesmente transferidos dos educandos.

Compreende-se, que a construção do Projeto Político Pedagógico, não se resume em tarefa simples nem imediata, porém, exige além do entendimento preciso de necessárias mudanças, a disposição para a quebra de praticas já sedimentadas da ação docente, ou seja, a elaboração do P.P.P, permite a busca de novas alternativas para a pratica educativa e reflexiva do educador.


Lílian Vieira dos Santos





Educação Infantil

O que faz uma criança em uma Escola de Educação Infantil? Brinca. Certamente brinca. Começa a fazer amigos, passa horas felizes convivendo com crianças e adultos que não são seus familiares.

Não é apenas isso o que acontece. Até os 6 anos, a criança viverá uma das mais complexas fases do desenvolvimento humano, nos aspectos intelectual, emocional, social e motor, que será tanto mais rica quanto mais qualificadas forem as condições oferecidas pelo ambiente e pelos adultos que a cercam.

Uma escola precisa ser mais do que um lugar agradável, onde se brinca. Deve ser um espaço estimulante, educativo, seguro, afetivo, com professores realmente preparados para acompanhar a criança nesse processo intenso e cotidiano de descobertas e de crescimento. Precisa propiciar a possibilidade de uma base sólida que influenciará todo o desenvolvimento futuro dessa criança.

Toda escola de Educação Infantil precisa ter certeza do que quer desenvolver na criança.Assim, para formar uma criança saudável e desenvolver sua capacidade de aprender a aprender, sua capacidade de pensar e estabelecer as bases para a formação de uma pessoa ética capaz de conviver num ambiente democrático.


Cleyciane da Silva

O processo de ensino-aprendizagem na escola pública

A educação na atual conjuntura é um desafio para o pedagogo tendo o dever de se reconhecer como um sujeito transformador através de sua prática, desenvolvendo um trabalho educativo voltado para a formação integral dos indivíduos. Tendo como princípio a compreensão de si mesmo e do meio em que vive devendo primar pela sua formação e atuação, levando em conta os âmbitos social e cultural.

Vendo a necessidade de novas organizações para os trabalhos escolares cabe a gestão desenvolver seu trabalho mantendo e promovendo a filosofia e imagem institucional, assegurando o cumprimento das diretrizes pedagógicas e articulando o planejamento escolar e as atitudes desenvolvidas na instituição de ensino.

Sabe-se que o currículo escolar sempre foi imposto pelo sistema, porém, hoje o professor tem a flexibilidade de interferir junto com seus alunos, que são atores e agentes educativos: alunos, professores, família, diretores etc. adequando a realidade.

Na postura pedagógica de alguns professores, notou-se que o método tradicional ainda é um fator predominante no processo de ensino – aprendizagem, através da avaliação dos conteúdos, que são retirados diretamente dos livros didáticos com tamanha fidelidade e imposto aos alunos com grande significância, exigindo dos mesmos a compreensão de todos por ele, ou seja, o aluno passa na visão do professor um receptor de informações sem direito a argumentar suas idéias e opiniões.

Claudionice de Sousa Muniz

O papel do orientador na educação

Ao longo do tempo a orientação vem passando por muitas mudanças que vem refletindo na educação.

Antigamente a orientação era voltada apenas para os problemas dos alunos, onde o orientador atendia como psicólogo e terapêutico, deixando assim o lado pedagógico.Diante disso, nota-se que o orientador não estava exercendo sua função.

Já na década de 1990, surge o período orientador, onde sua função começa a ser discutida e direcionada para o lado pedagógico.

Francilda Lira

Reflexão da Prática Pedagógica na Escola

Compreende-se que o pedagogo tem como principal característica em sua atuação, articular o processo de ensino-aprendizagem entre professor e aluno, visando a transformação da sociedade através do desenvolvimento de suas atividades profissionais como também assumir um compromisso de forma ética e consciente.

Observou-se que alguns educadores tem a sua didática voltada para o tradicionalismo que está refletido em suas ações, não oportunizando os alunos a exporem suas idéias inibindo-os de terem pensamento crítico e reflexivo.

Segundo Ezequiel Teodoro, o professor precisa ter posicionamento na sala de aula para que possa está realizando projetos educacionais que envolvam os alunos a desenvolver sua consciência crítica e participativa na sociedade.

O educador necessita de uma postura para que possa realizar uma mudança ligada as atividades educacionais apresentando propostas onde os alunos sintam-se capazes de realizar os estudos com interesse desenvolvendo assim seu intelecto.


Deizianny Gracy Andrade de Melo

Começamos!

Olá.

Este é o blog da turma B do 5o. período de Pedagogia da Faculdade Atual da Amazônia, localizada em Boa Vista, Roraima, Brasil.

Aqui publicaremos notas sobre educação, pedagogia e temas afins.


Prof. Avery Veríssimo