terça-feira, 10 de junho de 2008
O Aprendizado das lições ocultas
Sempre desempenhamos um papel, e é melhor fazer isso conscientimente.O que complica, para alguns professores, é o roteiro ser sempre reescrito e os personagens mudarem todo ano no cenário das classes.Mas é nisso que está a graça da nossa profissão.
FRANCILDA LIRA
organização do trabalho pedagógico
Ao longo dos anos vem se discutindo mudanças na organização do trabalho escolar, trata-se de pontos comuns entre as variadas tendencias orientadoras do processo educacional.
Essa orientações aponta para os problemas do que é refletido na sociedade. E tem o propósito de adequar a escola as exigências do contexto socioeconômico que vem se arrastando mundialmente
Doranice de Oliveira
O PROFESSOR EDUCADOR
O docente na sua arte de educar deve compreender a diversidade dos educando de suas capacidades. Estimulando o exercício do pensamento e da criatividade, considera as experiências de vida trazidas pelo aluno com o objetivo de propiciar o estabelecimento de vínculos entre estas e os novos conhecimentos construídos.O professor é um formador, pois têm discernimento sobre concepções pedagógicas, métodos e conteúdos que são adequados à condução dos aprendizados planejados. Entende a educação como um processo dinâmico, procurando estimular a elevação da auto-estima dos educandos. Portanto o professor é um profissional comprometido com a educação e principalmente com os alunos.
Educação no Brasil
“Eu nunca repeti, mas alguns colegas meus repetiram ano passado”, diz ele.
Uma possibilidade que a Enya, da mesma sala, nem imagina.
“Já pensou, você ver tudo de novo. Dois anos? Não, nem quero pensar nisso”, fala ela.
Por causa do desempenho de alunos como eles e também porque o número de nascimentos vem caindo no Brasil, o Ministério da Educação anunciou hoje outra redução. A do número de matrículas. Em comparação com 2004, este ano foram 380 mil matrículas a menos no Ensino Básico, formado pela educações infantil, fundamental, e ensinos médio, técnico e de jovens e adultos. Número esperado e comemorado pelo governo.
“A queda da matrícula pode ser uma boa notícia para o país. Justamente o fato de que as crianças estão repetindo menos. Isso não significa crianças e jovens fora da escola”, informa o Fernando Haddad, ministro da Educação.
Mas o governo concorda que o número de matrículas nos ensinos infantil e superior ainda precisa aumentar e muito. O ministério reconhece que a qualidade do ensino também precisa melhorar.
Mas o educador Erastos Fortes, professor da UNB, faz uma observação.
“O tipo de qualidade que se discute na escola não é uma mera qualidade que seja retratada por índices de aprovação ou de evasão. Mas uma qualidade que permita de fato aquilo que a escola se propõe a fazer que é o ensinar e o aprender”, lembra ele.
Acadêmica: Sarah Vasques Macedo
Qual a escola que você queria ter?
Violência, aquecimento global, virtualidade: o que nossas crianças precisam saber para viver nesse planeta acelerado? Será que estamos falhando na tarefa de formar cidadãos capazes de pensar?
A filósofa Viviane Mosé mostra como é a escola que nós temos hoje e de que maneira podemos preparar nossos filhos para o futuro.
E você, qual a escola que você tem hoje? E qual a escola que você queria?
Acadêmica: sarah vasques macedo
Corrupção deixa escolas sem merenda e sem banheiros
O Fantástico visitou duas escolas de ensino fundamental da zona rural de Caxias, a terceira maior cidade do Maranhão. Nelas, a palavra 'escola' ainda faz sentido por um único motivo: as professoras, os pais e os pequenos alunos acreditam na educação.
Carteira destruída, arteira sem assento, encosto desfolhado, vigas do teto arrebentadas. Para esses brasileirinhos, falta quase tudo. Mas, para fornecedores da prefeitura e empreiteiros contratados pelo município, dinheiro não parece ser um problema.
Enquanto isso, ir à aula pode ser muito perigoso. Crianças caminham na beira da estrada. Elas têm pressa.
O desconforto marca até a hora de ir ao banheiro, que não passa de um cercadinho de palha. Um luxo, se comparado ao mato usado pela outra escola. A escola também não tem merenda.
As duas escolas não têm merenda. Em nota, a prefeitura afirma que pode haver um ou outro caso de colégios que ainda não receberam merenda este ano.
Mas houve um tempo de fartura no município de Caxias, pelo menos, no papel. A prefeitura comprou 22 toneladas de carne em meados de dezembro de 2006. Detalhe: as crianças estavam de férias e a carne tinha de ser consumida em até 60 dias.
Acadêmica: Sarah Vasques Macedo
Livros didáticos são jogados no lixo no Ceará
O município é Santana de Acaraú, no Ceará, a 230 quilômetros de Fortaleza. A população é de 28 mil habitantes. E a acusação, nas páginas de um relatório do Ministério Público, é de desvio de verbas federais. Pelo menos R$ 1,7 milhão que deveriam ter sido empregados em obras para melhoria de escolas e ruas foram parar nas mãos de empresas de fachada.
O que chama mais a atenção no esquema denunciado: as empresas de fachada disputam as licitações com propostas praticamente iguais. Num dos casos relatados, um milagre da probabilidade: as cinco construtoras concorrentes enviaram ofertas idênticas, centavo a centavo. É bom lembrar que, nessas concorrências, as propostas são oficialmente conhecidas apenas na abertura dos envelopes.
As denúncias não são novas na cidade. Em 2003, o vereador Francisco Carneiro da Silva presidia uma CPI sobre o uso de verbas públicas e sofreu um atentado. A mulher dele foi atingida por um tiro e morreu.
Na escola construída por Francisco, crianças do primeiro ao quinto ano estudam na única sala, ao mesmo tempo, com a mesma professora.
Na Escola Municipal Nazaré Severiano, onde os alunos chegam de pau-de-arara, livros escolares quase novos foram jogados no lixo.
Entre os livros que achamos no lixo, estavam alguns de História do Brasil. Dona Maria nasceu em Santana de Acaraú e viu um pouco dessa história. “Nada mudou em 87 anos. As casas que passou uma mão de cal, às vezes passa uma mão de cal na frente, outra coisa eu não vejo”.
Acadêmica: Sarah Vasques Macedo
Mudança X Supervisor
segunda-feira, 9 de junho de 2008
As novas tecnologias e a educação
A rápida ascensão tecnológica do rádio,da televisão,do cinema,da imprensa esrita e dos computadores trouxe uma série de inovações e problemas que atinge toda a socidade.Alunos e professores são os mais atingidos com os meios de comunicacão;pois este não estão livres deste assédio,pelo contrário,tomam conhecimento e participam de uma variedades de situações que os envolve, nutre e transforma sem nenhuma análise criteriosa e seletiva daquilo que deve ou não ser ultilizado.Portanto as pessoas deixam influenciar-se pelos que ditam normas de comportamento,modas e outros interesses;passando a consumir produtos e processos que lhe modificam a vida.
Lucivânia Pereira Da Silva.
O papel social da escola
Para Pimenta (1998), “o papel da escola é garantir o acesso ao conhecimento de qualidade por parte de todas as crianças e jovens a fim de que se situem no mundo, um mundo que é rico em avanços civilizatórios”.
Beatriz Vasconcelos
Fracasso Escolar
Sabemos que além dos fatores que surgem dentro das escola, emerge principalmente através de questões que advém fora dela e que abrange um contexto mais amplo.
Existe uma grande necessidadfe de compreender o analfabetismo,a repetência e a evasão como resultado do fracasso escolar, pois a compreenção que nos falta é a de refletir sobre a forma que a sociedade está estruturada e como os indivíduos se colocam diante dela, uma vez que existe uma exclusão esmagadora que não permite o desenvolvimento de nossas culturas sociais e que as claras cria uma realidade preocupante.
É importante ressaltar que o fracasso escolar advém de uma escola reprodutora que se insere numa sociedade capitalista e seletista, determinando a formação do indivíduo.
Doranice de Oliveira Silva
PLANEJAMENTO
Muitas vezes os alunos se evadem do ambiente escolar porque não se adequam ao método de ensino praticado nas escola e como não um planejamento nesse sentido de se criar métodos que façam com que o aluno se sinta bem na escola, porém não é culpa somente do professor, porém essa falta de planejamento já está arraigada no sitema todo, é o governo que não dá subídios para o profissional, é o profissional que está acomodado isso tudo somado acaba em uma educação de má qualidade, temos que procurar mudar esse pensamento, nos conscientizarmos do nosso papel e planejar nosso trabalho é uma forma de estarmos no adequando as necessidades dos alunos e contribui para melhoria da nossa educação.
Veridiane Bento Carvalho Lima
A QUESTÃO DA RESISTÊNCIA A MUNDANÇA
Não se pode pensar a educação de hoje como era pensada na época dos nossos avós, as necessidades hoje são outras e o sistema educacional tem que acompanhar e se adequar a essa evolução, e a resistência de alguns "profissionais", fazem com que as mudanças muitas das vezes não ocorram e ficamos sempre na mesma, tá certo que uma mudança tem que ser estudada a fundo para ver se ela pode vir para contribuir mesmo, porém se aprovada pela maioria tem ser colocada em prática por todos, pois o objetivo comum é a educação.
Veridiane Bento Carvalho Lima
sábado, 7 de junho de 2008
ÁGUA FONTE DE VIDA
Há alguns séculos, os únicos rumores que se ouviam por causa da falta da água eram os da tragédia nordestina. Artistas e escritores foram retratando a seca que matou e ainda mata um povo abandonado pelo elemento mais abundante do nosso planeta. A Terra, com 70% de sua superfície coberta por água, é considerada o “Planeta Água”, sendo que 97,6% é água salgada e 2,4% é água doce.
Hoje se fala na “crise da água”. Efetivamente ela existe. A ONU (Organização das Nações Unidas) afirma que, em 2050, faltará água potável para 40% da humanidade. Especialistas antecipam esse prazo para 2025. Essas previsões suscitam grandes debates mundiais. Hoje, o assunto está em voga nas universidades, escolas, empresas e até nas reuniões familiares. E isso é bom, porque, como afirma um documento da ONU: “O problema da água é mais uma questão de gerenciamento que de escassez”.
catástrofes naturais
Conselho Mundial da Água diz que é mais barato prevenir do que reconstruir
Investir na prevenção de catástrofes naturais sai oito vezes mais barato do que financiar operações de reconstrução das zonas devastadas, revelou hoje Daniel Zimmer, director-executivo do Conselho Mundial da Água, no México. Apesar disso, o Conselho salienta que os governos por todo o mundo estão a investir cada vez menos em redes de monitorização dos riscos naturais relacionados com a água. Estes temas serão o centro do 4º Fórum Mundial da Água, a realizar de 16 a 22 de Março na Cidade do México. "Os cálculos mostram que o relógio do desenvolvimento de um país recua entre cinco a dez anos de cada vez que é afectado por uma catástrofe natural", comentou Zimmer. Do Publico.pt com AFP, 26/1/2006.
Comentário academico: ILKA MENEZES 5PEDENB
Realmente investir na economia é mais gratificante, mas os cidadãos atualmente não estão tão conscientes de que, da que há alguns anos poderar valtar água.
Água é fonte de vida é pura e cristalina. Mas infelizmente este líquido puro e cristalino está ameaçado.
Nós podemos fazer a nossa parte, mesmo que sejam tão poucos, mas podemos fazer a diferença. O que importa conscientizar, que nossa geração futura esta ameaçada em fica sem água.
quinta-feira, 5 de junho de 2008
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO
Há portanto, a necessidade de repensar a educação de forma crítica, onde todos se envolvam e assuman o compromisso de participação. Só assim construiremos uma educação de qualidade. Sabemos que é um trabalho árduo, porém não devemos desistir. Os desafios existem para serem superados.
Doranice 5PEDN-B
segunda-feira, 2 de junho de 2008
POSSÍVEL SOLUÇÃO PARA O FRACASSO ESCOLAR
* desenvolvimento de trabalho coletivo entre coordenadores e professore;
* reorganizar o tempo-espaço escolar;
* revisão das politicas públicas para a educação;
* valorização da formação do professor como aquele que pesquisa, investiga e critica sua própria prática;
* desenvolivimento de habilidades para lidar com as diferenças encontradas na escola.
O fracasso não ocorre apenas só pelo fato da escola ás vezes descumprir o seu papel,mas pela ausência do envovimento da familia e do estado. O orientador deve refletir e construir junto com sua equipe e a participação em massa da familia.
MARINEUDE SOUSA FARIAS
Conhecendo seus direitos
Pelo site do Banco do Brasil, é possível acessar o demonstrativo unificado de Distribuição da Arrecadação Federal (DAF), que informa o montante de recursos que cada município brasileiro está recebendo por meio de re-passes do governo federal. O endereço para consulta é www.bb.com.br/appbb/portal/gov/ep/srv/est/DistArrecFed.jsp.
Mais completo é o Siga Brasil, o Sistema de Informações Orçamentárias Gerenciais Avançadas, acessível no site do Senado. Há dados completos sobre o Orçamento, as leis orçamentárias e a execução das despesas aprovadas pelo Congresso. O Siga Brasil é resultado de parceria entre a Consultoria de Orçamentos, Fiscalização e Controle do Senado (Conorf) e a Secretaria Especial de Informática (Prodasen). Com tecnologia de ponta, integra e consolida bases de dados dos principais sistemas orçamentários, como o do Tesouro Nacional – Siafi – e o da Secretaria de Orçamento Federal – Selor. O endereço de acesso é www.senado.gov.br/siga.
FRACASSO ESCOLAR
Já a familia acredita que as más companhias dentro da escola é que contribui para o fracasso do seu filho.
O aluno se defende afirmando que os problemas sociais podem influenciar positivo ou negativamente no aprendizado, em alguns lugares os alunos deixam de ir á escola para trabalhar e ajudar no orçamento familiar.
A escola deve sensibilizar com dinamismo os pais para perceberem a importância da sua participação na educação dos seus filhos. E a familia sensibilizada deve acatar a essa parceria, para juntos solucionar o problema.
MARINEUDE SOUSA FARIAS
RELAÇÂO PROFESSOR ALUNO
Maria de Jesus
educação quilomboa
A realidade brasileira na educação quilombola, provoca distorções na questão educação de qualidade, por que as necessidades de verbas, a falta de transporte, a má remuneração dos próprios docentes é muito gritante. Os senhores de terra tem mais recursos e influências do que as escolas. O que difere a grande desigualdade social e o próprio derespeito com cidadãos de bens. Com tantos contrates, o Brasil continua dependente das fortalezas do mundo exterior. Por simplesmente não valorizar a educação seja em local for.
ilka meneze cont. 5pednb
O ORIENTADOR NO PROCESSO DE MUDANÇA DA ESCOLA
Eduvânia Melo
A Orientação educacional e a Inclusão Social
O orientador ainda tem que trabalhar projetos educacionais sobre inclusão com todos na escola para que estes compreendam o processo inclusivo que atualmente está sendo tão comentado pela sociedade educativa e que em nenhum momento o corpo técnico administrativo da escola pode vir a excluir alunos que tenham necessidades especiais ou de aprendizagem na escola. O orientador educacional tem que trabalhar diretamente com o professor na questão de mudar a forma de encarar as situações de conflitos encontrados na sala de aula e reverte-los em favor de quem está sendo discriminado e excluído do contexto social. E também trabalhar a questão da formação continuada do professor, para que estes estejam preparados para trabalhar com alunos com necessidades especiais que porventura a escola venha receber.
Portanto, o orientador educacional deve ser comprometido com seu trabalho e não omitir-se do seu papel diante dos desafios encontrados no processo da Inclusão Social e estar sempre em consonância com os alunos e professores para dar seguimento a este processo a fim de evitar praticas excludentes.
Beatriz Vasconcelos
A importancia do estágio
do professor permitindo que ele vivencie experiências do cotidiano escolar.A prática lhe
permitirá uma nova visão da problemática, principalmente das escolas públicas. Sob essa
ótica podemos dizer que o professor possivelmente poderá contribuir na mudança podendo
fazer diferença na transformação da educação escolar.
Doranice
Educação Infantil
desenvolvida de forma cuidadosa, sensível e compreensiva; visto que é nesta fase
(até os 6 anos) que a criança viverá uma das mais complexas fases do
desenvolvimento humano. Os aspectos do ambiente escolar podem dar uma
contribuição significativa ao bem-estar emocional e à educação, lembrando que
criar um ambiente visuasl satisfatório não é uma tarefa que se faz só uma vez
para sempre, mas algo que precisa acontecer de forma contínua. O professor tem
um papel importante na modelagem do comportamento das crianças, este deve agir
como um mediador em vez de um diretor das atividades cotidianas.
ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL
Pois auxiliam os discentes a entender melhor que está acontecendo consigo mesmo na sociedade de forma geral.
É válido ressaltar que o diploma já não é mais garantia de mercado de trabalho devido a competitividade.
Alguns educadores estão mais ligados em desenvolver um bom trabalho se preocupando com o resultado e só visam o seu emprego, ou seja o que ele pode lhe propocionar(salário).
Com a competitividade as pessoas não se preocupam com uma boa qualificação profissional e procuram formação somente para inserir-se no mercado de trabalho.
Sarah Vasques
Educação Quilombola
Sabemos que em todo o territorio brasileiro as estruturas educacionais são bastante variadas quando o planejamento e execução de ações são voltadas para o desenvolvimento dos indivíduos com uma visão crítica de enxergar o mundo.
Para maiores informações:
Coordenação-Geral de Diversidade – CGDI
Ministério da Educação – MEC
Correio eletrônico: coordenacao.diversidade@mec.gov.brEste endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email
Telefones: (61) 2104 9262/ 9183
Fax: (61) 2104 9183
Endereço para correspondência:
Edifício do CNE - Conselho Nacional de Educação
SGAS 607, Lote 50
ILKA MENEZES 5PDNB
A QUESTÃO DO FRACASSO ESCOLAR
A escola não deve rotular os alunos como incapazes, mas o aluno deve ser estimulado com credibilidade de aprender.
Cabe a escola refletir e tomar atitudes para que ocorra mudanças do fracasso escolar, procurando novos métodos para possíveis transformações no Sistema Educacional.
Eliziete Ferreira
Necessidade de Transformação
Para começar a discutir sobre o assunto temos que colocar em pauta que: o professor não tem a devida valorização sua remuneração é insuficiente e sua motivação é quase nenhuma. A partir daí começa a acontecer um desfecho no processo educativo, lembrando que a educação depende do poder político, mas o estado não cumpre todas as obrigações, pregam que a sociedade e a escola é fonte de transformação, mas na verdade isso é pura utopia.
Pensar em educação como prática social é construir e caracterizar o ser humano nas constantes idas e vindas, nas construções e reconstruções, semelhanças e diferenças. A partir daí o homem se constitui; se reconhece como sujeito da história e construtor da cultura.
Esse papel passa a ser um passo importante para significar e ressignificar o seu trabalho e sua pedagógica.
A escola, todavia deve proporcionar a adaptação e a expansão dos seus conteúdos, visando desenvolver a competência das crianças para que cada vez mais compreendam e atuem em seu cotidiano, ou seja, a escola tem como papel principal inserir, transformar e educar o ser de forma sistemática. A educação escolar deve ser intencional procedendo a interação com a realidade sem agredi-la.
Portanto é preciso vencer este pensamento vertical democratizando e transformando a estrutura organizacional da educação em uma relação horizontal, onde a hierarquia não serve apenas para excluir e sim para mediar e encaminhar cada escalão da pirâmide chamada educação a uma transformação de fatos e de direitos, possibilitando a integração de todos os envolvidos nesse processo.
EDUCAÇÃO: DESAFIOS DO NOSSO TEMPO
Ser um eterno aprendiz
Atualizar-se permanentimente
Desenvolver dons e talentos
Transforma-los em abilidades e competências e atitudes
Reconhecer e aproveitar novas oportunidades
Educar é atrair, é seduzir, você só educa se você seduz
Esse é o princípio de educação mais básico
Capacidade de contribuir criativamente em grupo, para a solução
Capacidade de adaptar as novas mudanças
O resgate do alto conhecimento e a
Capacidade de ensinar e aprender..
Francilda Lira
Professor Reflexivo
Ou seja, a capacidade para refletir emerge quando há o reconhecimento de um problema, de um dilema e a aceitação da incerteza. O pensamento crítico ou reflexivo tem subjacente uma avaliação contínua de crenças, de princípios e de hipóteses face a um conjunto de dados e de possíveis interpretações desses dados.
A ideia de reflexão surge associada ao modo como se lida com problemas da prática profissional, à possibilidade da pessoa aceitar um estado de incerteza e estar aberta a novas hipóteses dando, assim, forma a esses problemas, descobrindo novos caminhos, construindo e concretizando soluções.
Este processo envolve, pois, um equacionar e reequacionar de uma situação problemática. Num primeiro tempo há o reconhecimento de um problema e a identificação do contexto em que ele surge e, num segundo tempo, a conversação com o “repertório de imagens, teorias, compreensões e ações” (Schön, 1987, p. 31) por forma a criar uma nova maneira de o ver. A reconstrução de algumas ações pode resultar de novas compreensões da situação.
Portanto, a reflexão sobre a reflexão na ação é aquela que ajuda o profissional a progredir no seu desenvolvimento e a construir a sua forma pessoal de conhecer. Trata-se de olhar retrospectivamente para a ação e refletir sobre o momento da reflexão na ação, isto é, sobre o que aconteceu, o que o profissional observou, que significado atribui e que outros significados pode atribuir ao que aconteceu (Schön, 1992).
Beatriz Vasconcelos
O PROFESSOR COMO MEDIADOR DO CONHECIMENTO
Essa mediação é de suma importância na vida do aluno a qual transformará a vida do sujeito escolar.
Maria Edilene
Greve dos professores
na impenssa algumas inverdades. O seretário de educaçao, senhor Luciano Morira afirma que
temos um salário exelente, sendo que as outras categorias do nível superior ganham mais do
que um professor, o que demonstra total falta de preocupação com a Educação nesse Estado.
Doranice
O Currículo e a Escola
Cleyciane da Silva Silveira
SUPERVISÃO/COORDENAÇÃO PEDAGOGICA
O supervisor é um educador, e seu objeto de conhecimento, é o seu próprio ato de conhecimento. Deve ser auto-critico,encarando realidade, diversidade, visão holistica(abrange todo o espaço),teremos então os melhores profissionais e grandes oportunidades, fazendo da educação um grande sucesso.
Terá como desafio a conquista do trabalho coletivo na escola, o comprometimento com o trabalho pedagogico e lutar pela continuidade critica das politicas educacionais.
MARINEUDE SOUSA FARIAS
O coordenador pedagógico e a questão do fracasso escolar
Compreende-se que os problemas citados às vezes ocorre em dois pontos cruciais em : simples processo de exclusão do processo de alfabetização ou a baixa produtividade do aluno.
Com os estudos e pesquisas realizadas em sala e de acordo com este texto, compreendemos e sabemos que o coordenador juntamente com os professores e a comunidade devem desenvolver um trabalho pedagógico para amenizar estes problemas.
Portanto para que o discente alcance o sucesso escolar os atores acima citados (coordenador, professores e comunidade) devem mediar o conhecimento valorizando o saber, sentimentos, a diferença sócio-cultural,favorecendo o desenvolvimento tornando o ser humano crítico, reflexivo e participativo.
Acadêmica:Claudionice de Sousa Muniz
FRAGMENTAÇÃO DO TRABALHO ESCOLAR
Francilda Lira
Resposabilidade do Professor nos dias atuais
Cinézio dos Santos Menezes.
APRENDIZAGEM SIGNFICATIVA
MARIA DE JESUS
Relação Escola e Família
Com isso a colaboração das mesmas têm efeito na melhoria do aproveitamento escolar, e aumentando a motivação do educando/filho para os estudos.
Izabel Fernandes
5 PDNB
A GREVE DOS PROFESSORES ESTADUAIS
Também não posso deixar de dizer, que é um direito dos professores lutarem por melhores condições de trabalho, e aumento salarial, pois considero injusto aquele que educa o médico, o advogado o deputado é até mesmo aquele que educa o neto do ou filho do Presidente da República, ganhar tão pouco. Pois merecidamente deveria ser a profissão mais bem remunerada do mundo!!!!!!!!!!!.
MARIA EDILENE.
A educação em Roraima
O governo do estado diz que as reclamações dos professores não são condizente com o que eles alegam e diante dessa bagunça toda os alunos ficam sem aula e não se sabe quando as aulas irão recomeçar.
Gilvana silva
Analfabetismo no Brasil
O analfabetismo ainda é muito "comum" nessa sociedade globalizada, pois as pessoas estão deixando de estudar pelo fato de terem que trabalhar para sustentar a familia,desta forma acabam ausentando-se da escola,mas não é são esses os problemas relacionas com essa temática
Doranice
ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL
A falta da formação continuada não permite que o Orientador acompanhe as mundanças do seu espaço.O papel fundamental do Orientador é argumentar, refletir, tornando o aluno mais critico e consciente da sociedade.
É correto afirmar que a orientação enquanto prática transformadora, busca o trabalho conjunto em que todos os profissionais têm uma contribuição a oferecer em sua especificidade de ação.
MARINEUDE SOUSA FARIAS
A princípio um bom docente é aquele que propõe dinâmicas para seus alunos mediando conhecimentos de forma clara e objetiva, o que de certa forma faz com que os mesmos produzam seu próprio conhecimento se tornando assim, um cidadão crítico/participativo e que possa expor suas opiniões perante a sociedade. É importante ressaltar também que a transmissão de conteúdos leva o aluno a reproduzir o conhecimento dos outros e não a realizar sua alto produção.
DEIZIANNY GRACY
Comunidade Participativa
A interação entre comunidade e escola é um dos mais importantes fatores para um bom desenvolvimento da escola e do aluno.
Izabel Fernades
turma- 5 PDN-B
quarta-feira, 28 de maio de 2008
segunda-feira, 26 de maio de 2008
A importância do papel do supervisor na escola
O supervisor deve colaborar ainda com a definição e explicitação do Projeto Político Pedagógico em seus pontos considerados fundamentais e assumidos pelo conjunto dos educadores, bem como com a integração da própria coordenação pedagógica com os demais setores da escola.
O foco de atenção do supervisor no trabalho de formação é tanto individual quanto coletivo: contribuir com a formação de cada professor e ao mesmo tempo ajudá-lo a elevar o nível de consciência e constituí-lo enquanto grupo.
O Trabalho coletivo na escola
Toda ação da escola que se processa sem a participação da equipe pedagógica, implica num isolamento. E para a equipe superar o isolamento é preciso a participação dos professores nos encontros semanais da escola para traçarem planos e metas qualitativas que fundamentem um trabalho significativo. Na escola o trabalho coletivo se define em capacitação, porque sendimenta os alicerces da construção de projetos educacionais que constitui-se num centro de atualização e reflexão sobre a ação educativa de seus profissionais, e não um mero repasse de infomações pontuais ou isoladas.
Cinézio dos Santos Menezes
Motivação na aprendizagem
Ele deve descobrir mecanismos para estimular os alunos, isso envolve manter um bom relacionamento, ser carinhoso, mostrar-se disponível, ser acolhedor é principalmente amar muito o que faz.
Eduvânia Melo
Educação Transformadora
O cidadão brasileiro vive sob um dilema: trabalhar para ajudar sua família no sustento de casa ou estudar, para que, no futuro, ele e sua família tenham melhores condições financeiras. Esta é a realidade vivida pela população brasileira de classe média e baixa, que sofre o reflexo do país na educação. Configura-se, nesta área, um quadro de problemas que abrange desde a divisão de legislações de políticas públicas estaduais e municipais até os diversos tipos de profissionais desqualificados que atuam na área da educação.Nessas condições, estão concluindo uma etapa dos seus estudos alunos da rede pública de ensino, jovens recém-formados no ensino médio à procura de oportunidades e até mesmo do ingresso em uma universidade.
Com base na idéia citada, retomamos o objetivo aqui apresentado, qual seja, refletir sobre uma educação não apenas atual, mas transformadora e capaz de resolver ou amenizar os problemas destacados. Dermeval Saviani, em seu texto Educação: do senso comum à consciência filosófica, ainda nos questiona:
Como pode o cidadão utilizar os elementos da situação se ele não é capaz de intervir nela, decidir, engajar-se e assumir pessoalmente a responsabilidade de suas escolhas? Sabemos quão precárias são as condições de liberdade do cidadão brasileiro, marcado por uma tradição de inexperiência democrática, marginalização econômica, política cultural.
Publicada em 14/04/2008 às 19h22mGlobonews TV; O Globo Online; Chico de Gois - O Globo BRASÍLIA - Os ministros Fernando Haddad, da Educação, e Sergio Rezende, da Ciência e Tecnologia, assinaram na tarde desta segunda-feira portaria que modifica as relações entre as universidades e as fundações de apoio, e antecipa medidas da reforma universitária, com regras para impedir que fundações sejam utilizadas como fachada para gastos irregulares com verbas públicas, e em busca de maior transparência. A principal medida torna mais rígido o repasse de recursos para as universidades. A crise na relação das fundações com as universidades começou quando verba da Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec) foi usada na reforma do apartamento funcional do então reitor da Universidade de Brasília (UnB) Timothy Mulholland, que se afastou definitivamente do cargo neste domingo, acusado de improbidade administrativa. Um dos objetos de luxo comprados foi uma lixeira de quase mil reais. De acordo com a nova portaria, que será publicada nesta terça no Diário Oficial da União, as fundações estão proibidas de remunerar universidades mediante a doação de bens ou serviços. A partir de agora, os repasses deverão ser feitos em espécie e incorporados ao orçamento da universidade. Dessa forma, o uso da verba fica submetido à Lei de Licitações, ou seja, a contratação de serviços ou compra de bens precisará passar por processo licitatório. - Isso disciplina de uma maneira muito rígida o padrão de relacionamento entre as fundações de apoio e as universidades. É um avanço institucional muito significativo que vai exigir um repensar por parte das fundações, se desejarem manter sua condição - defendeu Haddad. A partir de agora, as fundações que não cumprirem as novas normas poderão ter o pedido de recredenciamento negado, quando este for solicitado. O recredenciamento ocorre a cada dois anos. - É bom que elas se adaptem o mais rápido possível. Essas novas determinações caracterizam as fundações de apoio nos moldes em que elas foram originalmente criadas - disse o secretário de Educação Superior do Ministério da Educação, Ronaldo Mota. Além de alterar a regulamentação de transferência de recursos, a portaria determina que no mínimo um terço do órgão deliberativo da fundação seja indicado pelo conselho superior da universidade. Outra nova norma é que qualquer projeto de pesquisa deve ter a participação de no mínimo dois terços de pessoal da universidade (professores, pesquisadores ou técnicos). - A portaria tem um conjunto de regras e todas têm o mesmo objetivo: dar mais transparência ao exercício dos recursos - afirmou Mota. Haddad salientou que sua pasta já enviou ao Congresso um projeto para aperfeiçoar a legislação, entre outros, no que tange à relação entre universidades e fundações. Mas ele afirmou que nem relator o projeto tem ainda. Os estudantes que ocupam a reitoria da Universidade de Brasília (UnB) há 12 dias decidiram nesta segunda-feira, em assembléia, permanecer no prédio. Para desocupar a reitoria, os estudantes exigem que todas as reivindicações sejam aceitas e não se contentam apenas com a renúncia de Mulholland. (Veja fotos da ocupação) Agora, a principal reivindicação dos estudantes é a paridade nas eleições - que o voto dos alunos e servidores tenham o mesmo peso do voto dos professores da UnB. Atualmente, os votos dos professores têm peso de 70%, contra 15% para estudantes e 15% para funcionários. Mulholland diz que deixa o cargo com certeza do dever cumpridoEm sua carta de renúncia, enviada nesta segunda-feira ao ministro da Educação, Fernando Haddad, Timothy Mulholland diz que deixa o cargo com certeza do dever cumprido e com a convicção de que o ministro saberá conduzir bem o processo. "Deixo o cargo de reitor, Sr.ministro, com a certeza de ter cumprido com meu dever como professor, cidadão e servidor público, na defesa dos maiores interesses da minha universidade e do meu país. Deixo o cargo de reitor com a certeza e a tranqüilidade de que a verdade prevalecerá no que tange a acusações que foram feitas contra mim e contra minha administração", diz Mulholland. COMENTARIO ACADÊMICO
A Educação no Brasil ainda é de fato um panelão de mensalões, as verbas são muito gordas, e os administradores mal feitores, na educação básica por exemplo se vê claramente o desvio do FUNDB, as verbas são pagas pelo o governo federal e no entanto o governo estatal passa a mão. Reportagem acima não mostra diferente, em se tratar de um renomado reitor de uma universidade publica, o escândalo foi descoberto a situação é critica , mas infelizmente é a realidade de nossa educação, infelizmente ainda temos que conviver com tanta corrupção.
ILKA MENEZES 5 PEDNB
Governo endurece regras na relação de fundações com universidades
Essa reportagem não mostra nada diferente, em se tratar de um renomado reitor de uma universidade publica, o escândalo foi descoberto a situação é critica , mas infelizmente é a realidade de nossa educação, infelizmente ainda temos que conviver com tanta corrupção.
Ilka Menezes
As cinco regras éticas do trabalho docente
* A segunda regra ética refere-se à des-idealização do perfil de aluno. Ou seja, abandonemos a imagem do aluno ideal, de como ele deveria ser, quais hábitos deveria ter, e conjuguemos nosso material humano concreto, os recursos humanos disponíveis. O aluno, tal como ele é, é aquele que carece (apenas) de nós e de quem nós carecemos, em termos profissionais.
* A terceira regra implica a fidelidade ao contrato pedagógico. É obrigatório que não abramos mão, sob hipótese alguma, do escopo de nossa ação, do objeto de nosso trabalho, que é apenas um: o conhecimento. É imprescindível que tenhamos clareza de nossa tarefa em sala de aula para que o aluno possa ter clareza também da dele. A visibilidade do aluno quanto ao seu papel é diretamente proporcional à do professor quanto ao seu. A ação do aluno é, de certa forma, espelho da ação do professor. Portanto, se há fracasso, o fracasso é de todos; e o mesmo com relação ao sucesso escolar.
* A quarta regra é a experimentação de novas estratégias de trabalho. Precisamos tomar o nosso ofício como um campo privilegiado de aprendizagem, de investigação de novas possibilidades de atuação profissional. Sala de aula é laboratório pedagógico, sempre! Não é o aluno que não se encaixa no que nós oferecemos; somos nós que, de certa forma, não nos adequamos às suas possibilidades. Precisamos, então, reinventar os métodos, precisamos reinventar os conteúdos em certa medida, precisamos reinventar nossa relação com eles, para que se possa, enfim, preservar o escopo ético do trabalho pedagógico.
* A última regra ética, e com a qual encerramos nosso percurso, é a idéia de que dois são os valores básicos que devem presidir nossa ação em sala de aula: a competência e o prazer. Quando podemos (ou conseguimos) exercer esse ofício extraordinário que é a docência com competência e prazer - e, por extensão, com generosidade -, isso se traduz também na maneira com que o aluno exercita o seu lugar. O resto é sorte. E por falar nisso, boa sorte a todos!
Sabemos que para se educar com qualidade e necessário antes de mais nada sentir prazer naquilo que se faz .
Acadêmica : Régia Sileda Rabelo Nobre.
O Papel dos pais na formação escolar dos filhos
O Papel dos pais na formação escolar dos filhos.
Um dos problemas que a escola e os professores tem enfrentado nos dias atuais é a ausência da participação dos pais na formação escolar dos filhos .Preparar a criança e orientar-los sobre os valores éticos e morais é um dever da família. Valores éticos e morais significam essencialmente nesse processo familiar preparar a criança para receber informações externas contida no espaço da escola. Por mais que a escola se prepare para realizar essa tarefa o êxito ficará certamente comprometido, pois são os pais que independentemente de suas tarefas, terão que conduzir essa socialização primária aos filhos. Na realidade há resistência dos pais na participação escolar dos filhos e isto tem dificultado a aprendizagem dos alunos, porque os próprios pais transferem literalmente o seu papel para os professores da escola.
Cinézio dos Santos Menezes
Educação x Neoliberalismo
Doranice de Oliveira Silva
Visão Holistica da função pedagógica na escola pública
Estes elementos podem repercutir em processo de formação profissional, altercando na prática do professor, fazendo interferência no cotidiano do educando.
Uma das atividades primordiais do educador é trabalhar no educando a produção das condições em aprender criticamente, ou seja, os educandos tem de estarem consciente de que o educador estar em constantes passos de aprendizagem através das experiências de certos saberes e que estes não podem serem simplesmente transferidos dos educandos.
Compreende-se, que a construção do Projeto Político Pedagógico, não se resume em tarefa simples nem imediata, porém, exige além do entendimento preciso de necessárias mudanças, a disposição para a quebra de praticas já sedimentadas da ação docente, ou seja, a elaboração do P.P.P, permite a busca de novas alternativas para a pratica educativa e reflexiva do educador.
Lílian Vieira dos Santos
Educação Infantil
Não é apenas isso o que acontece. Até os 6 anos, a criança viverá uma das mais complexas fases do desenvolvimento humano, nos aspectos intelectual, emocional, social e motor, que será tanto mais rica quanto mais qualificadas forem as condições oferecidas pelo ambiente e pelos adultos que a cercam.
Uma escola precisa ser mais do que um lugar agradável, onde se brinca. Deve ser um espaço estimulante, educativo, seguro, afetivo, com professores realmente preparados para acompanhar a criança nesse processo intenso e cotidiano de descobertas e de crescimento. Precisa propiciar a possibilidade de uma base sólida que influenciará todo o desenvolvimento futuro dessa criança.
Toda escola de Educação Infantil precisa ter certeza do que quer desenvolver na criança.Assim, para formar uma criança saudável e desenvolver sua capacidade de aprender a aprender, sua capacidade de pensar e estabelecer as bases para a formação de uma pessoa ética capaz de conviver num ambiente democrático.
Cleyciane da Silva
O processo de ensino-aprendizagem na escola pública
Vendo a necessidade de novas organizações para os trabalhos escolares cabe a gestão desenvolver seu trabalho mantendo e promovendo a filosofia e imagem institucional, assegurando o cumprimento das diretrizes pedagógicas e articulando o planejamento escolar e as atitudes desenvolvidas na instituição de ensino.
Sabe-se que o currículo escolar sempre foi imposto pelo sistema, porém, hoje o professor tem a flexibilidade de interferir junto com seus alunos, que são atores e agentes educativos: alunos, professores, família, diretores etc. adequando a realidade.
Na postura pedagógica de alguns professores, notou-se que o método tradicional ainda é um fator predominante no processo de ensino – aprendizagem, através da avaliação dos conteúdos, que são retirados diretamente dos livros didáticos com tamanha fidelidade e imposto aos alunos com grande significância, exigindo dos mesmos a compreensão de todos por ele, ou seja, o aluno passa na visão do professor um receptor de informações sem direito a argumentar suas idéias e opiniões.
Claudionice de Sousa Muniz
O papel do orientador na educação
Antigamente a orientação era voltada apenas para os problemas dos alunos, onde o orientador atendia como psicólogo e terapêutico, deixando assim o lado pedagógico.Diante disso, nota-se que o orientador não estava exercendo sua função.
Já na década de 1990, surge o período orientador, onde sua função começa a ser discutida e direcionada para o lado pedagógico.
Francilda Lira
Reflexão da Prática Pedagógica na Escola
Compreende-se que o pedagogo tem como principal característica em sua atuação, articular o processo de ensino-aprendizagem entre professor e aluno, visando a transformação da sociedade através do desenvolvimento de suas atividades profissionais como também assumir um compromisso de forma ética e consciente.
Observou-se que alguns educadores tem a sua didática voltada para o tradicionalismo que está refletido em suas ações, não oportunizando os alunos a exporem suas idéias inibindo-os de terem pensamento crítico e reflexivo.
Segundo Ezequiel Teodoro, o professor precisa ter posicionamento na sala de aula para que possa está realizando projetos educacionais que envolvam os alunos a desenvolver sua consciência crítica e participativa na sociedade.
O educador necessita de uma postura para que possa realizar uma mudança ligada as atividades educacionais apresentando propostas onde os alunos sintam-se capazes de realizar os estudos com interesse desenvolvendo assim seu intelecto.
Deizianny Gracy Andrade de Melo
Começamos!
Este é o blog da turma B do 5o. período de Pedagogia da Faculdade Atual da Amazônia, localizada em Boa Vista, Roraima, Brasil.
Aqui publicaremos notas sobre educação, pedagogia e temas afins.
Prof. Avery Veríssimo