De acordo com Rodrigues, a educação, ao longo dos anos, tem acarretado várias funções, as quais a impedem de realizar sua primordial tarefa que é prover uma aprendizagem que leve o aluno a se tornar um cidadão que entenda o seu papel em um grupo social organizado. É interessante salientar que ao longo dos dias a escola assume as responsabilidades da família, do estado, as questões sociais e econômicas que para o autor configuram – se como atividades secundárias. Porém, a atividade secundária impede que a escola prepare o indivíduo para viver em ambiente social composto de relações políticas, sociais, econômicas e cientificas de modo que o aluno venha romper fronteiras e superar os seus limites de forma democrática.
( Rodrigues,2001)
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sábado, 14 de junho de 2008
A Função do Pedagogo
Ao longo dos anos, a função do pedagogo tem sofrido deturpações devido a sua ampla ramificação que levou as várias especializações. É importante destacar antes de qualquer coisa, que é fundamental para o pedagogo, quer seja ele professor, gestor, administrador, orientador, supervisor ou coordenador educacional deve ser o próprio construtor de sua identidade, através da trajetória de suas ações e reflexões realizadas no espaço escolar, que, de certa, forma permite a identificação de conflitos e indica os rumos possíveis de se trabalhar para ter qualidade.
Apesar das várias funções atribuídas ao pedagogo, o mesmo deverá observar orientar e coordenar as práticas educativas desenvolvidas no espaço, auxiliando o professor em suas dificuldades de desenvolver o ensino aprendizagem.
Trabalhando nessa perspectiva, o desafio do pedagogo é desenvolver diferentes práticas educativas nos espaços escolares, bem como relacionar a teoria e a prática, possibilitando o surgimento de um novo conhecimento. Com isso, considera-se que a teoria desarticulada da prática não é suficiente para estabelecer uma análise crítica e consciente sobre a realidade.
Apesar das várias funções atribuídas ao pedagogo, o mesmo deverá observar orientar e coordenar as práticas educativas desenvolvidas no espaço, auxiliando o professor em suas dificuldades de desenvolver o ensino aprendizagem.
Trabalhando nessa perspectiva, o desafio do pedagogo é desenvolver diferentes práticas educativas nos espaços escolares, bem como relacionar a teoria e a prática, possibilitando o surgimento de um novo conhecimento. Com isso, considera-se que a teoria desarticulada da prática não é suficiente para estabelecer uma análise crítica e consciente sobre a realidade.
quinta-feira, 12 de junho de 2008
Planejamento Participativo
O planejamento participativo é uma nova maneira grupal de decidir e agir, diante a um difícil momento em que se encontra educação brasileira. Mesmo assim renova-se a crença de que o planejamento participativo assumido como processo transformador é o caminho mais viável para sua renovação das estruturas e relações, em uma instituição de educação formal.
(Dalmás, 1994, pg.50)
(Dalmás, 1994, pg.50)
Planejamento
Quando ouvimos a palavra “planejamento”, logo vem a nossa mente a idéia de que esse termo refere-se a traçar metas, elaborar planos ou preparar caminhos para se alcançar determinado fim. Segundo Soares Amora, no minidicionário da língua portuguesa, “planejamento constitui-se um ato de trabalho de preparação”. Em nossa vida existe a necessidade de fazer planejamento, pois o ato de planejar é inerente ao ser humano, é uma preocupação que envolve toda a ação humana.
A importância do Assistente Social no âmbito escolar
A escola é uma espécie de micro sociedade, contendo, em seu meio, as marcas dos conflitos de interesses, expressões de necessidades, além do corporativismo que (de)marca as relações sociais na escola, tornando-se necessário a intervenção do Assistente Social para compreender essas disputas e intervir no processo, não no sentido de buscar anular esses conflitos, mas, muito mais, no sentido de contribuir para (des)velar as suas raízes e explicitá-las nas reuniões pedagógicas como parte inerente daquele grupo.
Esse trabalho deve ser concebido e executado de comum acordo entre o Assistente Social e a Coordenação Pedagógica, para implementar ações que se complementem .A partir do conhecimento de dinâmicas de grupo, facilitar o fluxo de demandas, críticas, sugestões provenientes das famílias, coletar dados e informações para subsidiar as reflexões dos professores e da coordenação pedagógica. Essas ações devem ser e de forma positiva, onde o Assistente Social pode exercer a função de mediador entre escola e comunidade, desenvolvendo contatos com as famílias afim de articular a escola/ grupos de pais ou responsáveis.
Esse trabalho deve ser concebido e executado de comum acordo entre o Assistente Social e a Coordenação Pedagógica, para implementar ações que se complementem .A partir do conhecimento de dinâmicas de grupo, facilitar o fluxo de demandas, críticas, sugestões provenientes das famílias, coletar dados e informações para subsidiar as reflexões dos professores e da coordenação pedagógica. Essas ações devem ser e de forma positiva, onde o Assistente Social pode exercer a função de mediador entre escola e comunidade, desenvolvendo contatos com as famílias afim de articular a escola/ grupos de pais ou responsáveis.
terça-feira, 10 de junho de 2008
Mudança X Supervisor
A palavra Supervisor traz com ela todo um processo histórico, e que até hoje ainda continuamos na fase de crescimento de novos questionamentos, visando a busca de uma educação com mais qualidade.
No processo histórico da educação essa figura Supervisor, tinha a função de fiscalizar, vigiar, mas com o surgimento da "Escola Nova", começou a se questionar os profissionais da escola, dentre eles o Supervisor. E esse profissional ganhou um novo sentido para estar na escola, tornou-se o responsável por interagir no pedagógico da escola, dando suporte aos professore, colaborando no Projeto Político Pedagógico, fazendo a escola trabalhar no coletivo buscando junto com o Orientador Pedagógico uma linha de pensamento aberta, e que não seja excludente, pois esse Supervisor reflexivo é que estará fazendo a integração entre professores e toda equipe da escola - comunidade.
Entretanto não podemos esquecer que ele é um grande incentivador a formação contínua dos educadores.
Enfim, podemos perceber que o Supervisor deixou de ser visto como fiscalizador, para ser um grande colaborador para os professores e principalmente dando sua contribuição para o espaço escolar.
segunda-feira, 2 de junho de 2008
Educação Infantil
A educação infantil é fator priomordial na vida de uma criança e deve ser
desenvolvida de forma cuidadosa, sensível e compreensiva; visto que é nesta fase
(até os 6 anos) que a criança viverá uma das mais complexas fases do
desenvolvimento humano. Os aspectos do ambiente escolar podem dar uma
contribuição significativa ao bem-estar emocional e à educação, lembrando que
criar um ambiente visuasl satisfatório não é uma tarefa que se faz só uma vez
para sempre, mas algo que precisa acontecer de forma contínua. O professor tem
um papel importante na modelagem do comportamento das crianças, este deve agir
como um mediador em vez de um diretor das atividades cotidianas.
desenvolvida de forma cuidadosa, sensível e compreensiva; visto que é nesta fase
(até os 6 anos) que a criança viverá uma das mais complexas fases do
desenvolvimento humano. Os aspectos do ambiente escolar podem dar uma
contribuição significativa ao bem-estar emocional e à educação, lembrando que
criar um ambiente visuasl satisfatório não é uma tarefa que se faz só uma vez
para sempre, mas algo que precisa acontecer de forma contínua. O professor tem
um papel importante na modelagem do comportamento das crianças, este deve agir
como um mediador em vez de um diretor das atividades cotidianas.
segunda-feira, 26 de maio de 2008
A importância do papel do supervisor na escola
A tarefa do supervisor é essencialmente pedagógica, na medida em que ele se preocupa com o ensino bucando meios de auxiliar o professor a tornar sua tarefa menos árdua.
O supervisor deve colaborar ainda com a definição e explicitação do Projeto Político Pedagógico em seus pontos considerados fundamentais e assumidos pelo conjunto dos educadores, bem como com a integração da própria coordenação pedagógica com os demais setores da escola.
O foco de atenção do supervisor no trabalho de formação é tanto individual quanto coletivo: contribuir com a formação de cada professor e ao mesmo tempo ajudá-lo a elevar o nível de consciência e constituí-lo enquanto grupo.
O supervisor deve colaborar ainda com a definição e explicitação do Projeto Político Pedagógico em seus pontos considerados fundamentais e assumidos pelo conjunto dos educadores, bem como com a integração da própria coordenação pedagógica com os demais setores da escola.
O foco de atenção do supervisor no trabalho de formação é tanto individual quanto coletivo: contribuir com a formação de cada professor e ao mesmo tempo ajudá-lo a elevar o nível de consciência e constituí-lo enquanto grupo.
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